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    <title>Acorus Blog</title>
    <link>https://acorus.pt/blog/</link>
    <description>Blog sobre construção sustentável</description>
    <lastBuildDate>Sun, 31 May 2026 20:04:50 +0100</lastBuildDate>
    <item>
      <title>Novos materiais de construção que todos profissionais devem conhecer</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/construcao-sustentavel-e-ambiente</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/97ff4291826520122b5c9f0f9b9b8855/park-natural-construction.png</image>
      <description>&lt;p class="legenda-foto"&gt;Foto: iStock&lt;/p&gt;
&lt;p style="background: #f0f0f0; padding: 10px; border-left: 5px solid #333;"&gt;&lt;strong&gt;Nota editorial:&lt;/strong&gt; Artigo ampliado e reeditado em 28/02/2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os impactos do aquecimento global estão a ser mais agressivos a cada ano que passa, as temperaturas atingem recordes, chuvas inesperadas e secas severas, são sinais claros que nos apontam para que temos de mudar de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Governos de todo o mundo estão gradualmente tomando medidas para combater o estado das coisas, com medidas legislativas, fiscais, cabe lhes proporcionar melhores condições para que as empresas tenham uma legislação clara, justiça célere, apoios desburocratizados e eficientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O desafio é global e com os consensos periclitantes entre os estados, interesses estratégicos, geopolíticos e procura de vantagem no acesso aos recursos naturais, está lançada a corrida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há muitos sinais positivos aparecendo também. Por exemplo, algumas empresas já estão desenvolvendo materiais mais sustentáveis, mais eficientes e com menor libertação de carbono.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;A construção e o meio ambiente&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A indústria possui cada vez mais, novos, melhores e mais ecológicos materiais, para a maior parte das necessidade. Hoje temos mais escolhas que podem influenciar a sustentabilidade da construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já se percebeu que as reformas que se exigem são uma oportunidade para criar novos negócios, mercados e valor. Por exemplo, o mercado da reciclagem atinge todos os sectores e tem cada vez maior cota na produção dos novos produtos, esses e outros mercados não existiam ainda há bem pouco tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar da dificuldade da mudança na produção a indústria já se habituou ao maior contratempo que têm: superar o ciclo de vida dos seus produtos e das matérias primas: alterar, modernizar, desmontar e substituir processos obsoletos por outros mais sustentáveis, já é feito com regularidade e ainda melhor já incorporado no próprio processo de produção. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a estrutura empresarial de hoje o recurso ao outsourcing as empresas podem melhor articular-se e concentrar-se nos aspectos mais essenciais. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A complexidade do processo de mudança é um dos maiores obstáculos para atingir as metas de sustentabilidade que se pretende.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A parte mais difícil não é a reconversão da máquina industrial embora gigantesca. São compreensivelmente os hábitos de consumo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Como isso se faz? &lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Mantendo o status quo por um lado e avançando gradualmente noutro com convicções mas às apalpadelas.  As empresas cumprem o seu papel ao descobrir mercados e suprir as necessidades que estes têm, é para isso que existem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por um lado, os governos tendem a navegar à vista. Percebe-se porque as decisões são difíceis. Entre prejudicar e não fazer nada, e agradar aos seus habitantes...  por outro a dificuldade de consenso global entre os estados, depois as massas que com o seu poder de consumo tomam as opções que entendem,  ou então não tem poder de escolha por contingências geopolíticas ou outras. Quem disse que era fácil? &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Pressão dos Consumidores&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As preocupações ambientais estão na mente de todos agora. Devido a isso, os consumidores preferem o uso de recursos mais verdes e estruturas mais ecológicas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sabemos que um hábito pode ser pior que um vício, a prova é que defendemos a utilização de energias limpas, reduzir o consumo de carne bovina, etc, mas não andamos menos de avião passamos a utilizar mais a bicicleta e quanto a trocar um belo bife de vaca nem se fala. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se assim se comportam os consumidores não podem esperar que as indústrias não produzam o que é procurado.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;A indústria não tem mais opção, é uma obrigação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A maior esperança vai para os jovens que sem os hábitos enraizados dos mais velhos, desejosos de mudanças de acordo com a visão que tem do mundo, evitarem repetir os erros e melhorar o que está bem. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só uma revolução cultural e de convicções na utilização de alternativas ecológicas, uma mais justa distribuição mundial da riqueza,  que promova a coabitação e a pacificação das populações, pode alterar o estado das coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O planeta precisa de medidas urgentes para combater o aquecimento global, e a construção civil tem um papel fundamental a desempenhar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evitar a pegada e utilizar sistemas que utilizem melhor a água. o ar e outros recursos. A  hera da abundância para alguns, não era para todos.  Resultou em fecharmos os olhos para alguns princípios entre os quais dependermos de estados governados por democracias unipessoais para termos energia na europa, microchips no resto do mundo, etc. Acreditamos que o bem estar civilizacional, acabaria por desmotivar os regimes duros e promoveria a pacificação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É uma crença justa e faz sentido, mas onde andavam os estrategas, conselheiros, etc, fabricantes de armamento? Certamente distraídos ….&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Produzem o seu próprio material bélico mas os equipamentos que as produzem consomem chips e energia de países governados por autocráticos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Temos já energias alternativas mais limpas para operar uma mais rápida transição que aquela que fazemos. Existem projetos para reutilização da água, captação e dessalinização, variadíssimos sistemas  de retenção e tratamento, A perda nas redes públicas de distribuição da água estima-se que seja superior ao consumo. Temos proteínas alimentares sintetizadas já com a textura idêntica a alguns alimentos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os paisagistas, ambientalistas sabem como ordenar as florestas, evitar incêndios dantescos, e obter rentabilidade da mesma como revestir o solo para evitar a erosão, a plantação de árvores e arbustos para segurar o solo promover a infiltração da água, evitar a desertificação, reduzir consumos de água. Mesmo a construção civil já está a ultrapassar a maior dificuldade de sempre, construir edifícios, vias de circulação e de estadia, que possuam boa mobilidade para pessoas e veículos, sem impermeabilizar o solo e  interromper o ciclo natural da água. &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;O mercado apresenta hoje novas soluções &lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Um exemplo interessante de materiais sustentáveis é o &lt;strong&gt;bambu&lt;/strong&gt;, usado não só em estruturas leves (pilares, vigas e coberturas), mas também em revestimentos, divisórias interiores e pavimentos laminados. Além de crescer rapidamente, permite soluções arquitetónicas apelativas e com bom desempenho térmico e ambiental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro exemplo de materiais inovadores são os &lt;strong&gt;tijolos ecológico&lt;/strong&gt;s. Muitas vezes produzidos em solo‑cimento ou com matérias‑primas recicladas, já são usados em paredes estruturais e de vedação. Deixando o tijolo aparente para reduzir rebocos e desperdício.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes blocos podem ainda integrar passagens internas de tubagem para instalações, diminuindo consumos de argamassa, tempo de obra e o impacto global da construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Novos materiais de construção que todos profissionais devem conhecer&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Materiais inovadores que estão a mudar a indústria&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Alguns projetos ainda se encontram em fase embrionária, outros são protótipos experimentais e há também os que estão em desenvolvimento, com potencial de crescimento em várias geografias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Destacam-se pela originalidade e pela forma como se afirmam no mercado regional ou global.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São materiais que os profissionais devem conhecer, adequar e explorar as potencialidades de utilização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Cientistas fazem descoberta inovadora com material de construção vivo e respirável&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/97ff4291826520122b5c9f0f9b9b8855/thumbnails/recursos-vegetais-jpg.jpg" alt="Recursos vegetais" title="Recursos vegetais" role="presentation" style="width: 80%; height: auto;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Crédito: Cortesia de Jinxing Li&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jinxing Li, professor assistente da Universidade Estadual de Michigan, consegue resumir de forma bastante sucinta um &lt;a href="https://msutoday.msu.edu/news/2023/10/biomanufacturing-helps-building-materials-go-green" title="A 'biofabricação' ajuda os materiais de construção a se tornarem mais ecológicos." target="_blank" rel="noopener"&gt;projeto engenhoso&lt;/a&gt; no qual a sua equipe está a trabalhar, capaz de dar vida a edifícios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Consegue se auto regenerar enquanto limpa a poluição do ar, segundo os especialistas. Essa biomassa fornece lignina e celulose , que conferem resistência aos materiais de construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, os pesquisadores adicionam minúsculos fungos e bactérias com a ajuda da ciência, os minúsculos micróbios ajudam a formar "polímeros e minerais",  adicionando mais resistência, além de outros benefícios, de acordo com Li.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A descoberta faz jus à expectativa. Isso porque o material que a equipe de Li está a desenvolver consegue auto regenerar-se enquanto limpa a poluição do ar, segundo os especialistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas façanhas fascinantes são realizadas usando uma "tinta" de biomassa que fornece lignina e celulose  e conferem resistência aos materiais de construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aguardamos mais noticias sobre o desenvolvimento industrial deste projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Melhoria na produção de cimento a partir da Olivina &lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Um processo para dissolver o mineral olivina em ácido poderia fornecer um material abundante e energeticamente eficiente para cimento com emissão negativa de carbono.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/97ff4291826520122b5c9f0f9b9b8855/thumbnails/bloco-cimentoi-de-olivina-jpg.jpg" alt="Bloco cimento a partie de olivina" title="Bloco cimento a partie de olivina" style="width: 80%; height: auto;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Cimento a partir da Olivina&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um mineral abundante chamado olivina pode ajudar a produzir cimento com emissão negativa de carbono. Esse processo poderia contribuir para reduzir a grande pegada de carbono do cimento – o material contribui com cerca de 8% das emissões globais de CO2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sam Draper, da Seratech, uma empresa britânica que patenteou um processo para transformar olivina em cimento afirma: A olivina é um dos principais componentes do manto terrestre e possui reservas em todos os continentes.  "É um dos poucos minerais disponíveis em escala de gigatoneladas", &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/97ff4291826520122b5c9f0f9b9b8855/thumbnails/Olivine-1280x720-webp.webp" alt="Mineral de Olivina" title="Mineral de Olivina" style="width: 80%; height: auto;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas startups como a &lt;a href="https://www.seratechcement.com/" title="Seratech Cement" target="_blank" rel="noopener"&gt;Seratech&lt;/a&gt; estão desenvolvendo métodos de baixo carbono para produzir cimento, como o uso de subprodutos da siderurgia ou a reciclagem do CO2 liberado na produção de cimento. A maior parte das emissões ocorre durante o aquecimento do calcário para produzir clínquer, um aglomerante do cimento, juntamente com a queima de combustíveis fósseis para gerar o calor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os pesquisadores extraíram esses compostos dissolvendo olivina em pó em ácido sulfúrico. Após separar a sílica e o sulfato de magnésio, borbulharam CO2 na pasta de magnésio para formar um mineral chamado nesquehonita. Para ampliar o processo,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Draper afirma que uma fábrica de cimento utilizaria CO2 capturado de uma fonte de emissão ou do ar, tornando todo o processo carbono negativo. A nesquehonita (resultado da carbonatação da Magnésia  sendo que os principais minerais carbonatados &lt;br&gt;observados são a Dipingita, a Artinita, a Hidromagnesita) que resta poderia ser reciclada em novos materiais de construção, como tijolos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um método interessante que seguramente ouviremos falar.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Limestone Calcined Clay Cement (LC3): A inovação que está a mudar a indústria do cimento.&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;O &lt;a href="https://acorus.pt/blog/admin/edit-content/LC3%20–%20Limestone%20Calcined%20Clay%20Cement" title="École Polytechnique Fédérale de Lausanne Laboratory of Construction Materials (LMC)"&gt;LC3&lt;/a&gt; é um projecto que aborda as duas fontes de emissões de carbono da produção de clínquer. Primeiro, substitui metade do clínquer por argila calcinada e calcário moído, que não liberam carbono quando aquecidos da mesma forma que o calcário. Segundo, a argila é aquecida a uma temperatura muito mais baixa, o que reduz a quantidade de combustível necessária e, consequentemente, as emissões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com temperaturas mais baixas, também é mais viável a transição para fontes de energia mais limpas, como a eletricidade, do que para a produção de clínquer. O LC3 pode reduzir as emissões de CO2 em cerca de 40% em comparação com o cimento convencional, substituindo metade do clínquer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reduz a quantidade de clínquer com alta emissão de carbono necessária na produção de cimento, diminuindo significativamente as emissões totais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também é funcional. É menos permeável à água e ao sal, tornando estradas e pontes de concreto mais duráveis ​​e com maior vida útil, reduzindo o custo e os transtornos causados ​​pela substituição. Como requer menos energia para ser produzido e utiliza argila amplamente disponível, pode ser fabricado a um custo até 25% menor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A LC3 já está em rápido crescimento e atualmente é produzida em diversas fábricas ao redor do mundo. Para cada tonelada de argila calcinada produzida, economizamos 600 quilos de CO2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São boas notícias, vamos ficando atentos, é certamente uma opção a considerar. &lt;a href="https://lc3.ch/wp-content/uploads/2023/02/LC3-A-sustainable-alternative-FINAL-EN-WEB2-2023.pdf" title="LC3"&gt;Brochura&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Plástico reciclado transformado em tijolos&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://www.thecooldown.com/wp-content/uploads/2023/10/iJJ38S4jRtgk.jpg?w=1920&amp;amp;h=800" style="width: 80%; height: auto;" alt="Tijolos de plástico reciclado" title="Tijolos de plástico reciclado"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Crédito da foto: ByFusion&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se já montou peças de Lego, imaginou provavelmente construir uma estrutura em tamanho real com aqueles pequenos blocos de plástico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o &lt;a href="https://www.kjzz.org/2023-07-07/content-1851491-tucson-project-turning-plastic-waste-construction-grade-building-blocks" title="Blocos de plástico" target="_blank" rel="noopener"&gt;Fronteras Desk&lt;/a&gt; o vereador Steve Kozachik orientou um projeto piloto para recolher toneladas de plástico e recicla-los em blocos, com a participação da &lt;a href="https://www.byfusion.com/" title="Startup em Los Angels" target="_blank" rel="noopener"&gt;ByFusion&lt;/a&gt; uma startup de Los Angeles que pegou essa ideia e a aprimorou, transformando e criando tijolos de plástico reciclado que são resistentes o suficiente para serem usados ​​na construção civil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses tijolos foram posteriormente utilizados para construir canteiros elevados e bancos de parque, chamando a atenção dos moradores . &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ByFusion pega de tudo, desde garrafas de plástico a sacolas de supermercado, e submete tudo a um processo que funde os materiais para criar um enorme bloco de plástico que chamam de ByBlock. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Trata-se de um uso impressionante de um material que, de outra forma, seria poluente e que frequentemente acaba em aterros sanitários ou em fontes de água, impactando ecossistemas frágeis e se decompondo em microplásticos nocivos .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Uso do canhamo como material de construção&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;É mais leve e menos caro do que a madeira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/97ff4291826520122b5c9f0f9b9b8855/thumbnails/parede-blocos-canhamo-jpg.jpg" alt="Paredes em blocos de canhamo" title="Paredes em blocos de canhamo" style="width: 80%; height: auto;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tijolos de canhamo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos procuram maneiras de reduzir a pegada de carbono, cientistas, arquitetos e fabricantes estão a voltar para o uso de materiais naturais. Juntamente com outros biomateriais, como algas, micélio ou até mesmo cascas de café , o cânhamo está a ganhar popularidade como um dos materiais mais sustentáveis ​​do mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um exemplo disso é o Centro Esportivo Pierre Chevet, está localizado na cidade de Croissy-Beaubourg, perto de Paris.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os painéis de cânhamo utilizados foram cultivados e fabricados em um raio de 500 quilômetros do local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No sul da Europa, a  empresa  &lt;a href="https://www.canhamorhemp.com/ecoblocos" title="Cahamor Ibérica" target="_blank" rel="noopener"&gt;Cahamor Ecco Blocos Ibérica&lt;/a&gt; situada em Portugal no Alentejo, fabrica blocos de canhamo com mais valia económica, excelente conforto e segundo a empresa uma qualidade do ar incomparavel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Certificados por prestigiados laboratórios e desenvolvidos com precisão, submetidos a testes rigorosos, garantindo um desempenho excecional, mantêm as paredes secas, livres de bolor e quase sem necessidade de manutenção, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A situação do cultivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O hempcrete é feito da mistura de cânhamo com cal e água. Pode pesar cerca de um oitavo do concreto comum, é apreciado pelas propriedades acústicas e térmicas, bem como resistência ao fogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, a China é a maior produtora mundial de cânhamo, seguida pela França, a maior produtora da União Europeia. Os EUA ainda estão a tentar alcançar a China, em grande parte porque a produção de cânhamo foi proibida em 1937.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A madeira de cânhamo (HempWood) se parece muito com madeira, mas é 20% mais resistente que o hickory, a madeira nobre mais dura disponível comercialmente no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O processo de fabricação é radicalmente diferente. Após a colheita do cânhamo, a empresa utiliza um adesivo à base de soja para unir as fibras, comprimi-las e assar o material para formar os blocos de HempWood. Leva 5 meses desde as sementes até a produção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Quando as pessoas dizem que [o cânhamo] é a planta do futuro, isso pode ser verdade no futuro”, diz ele,  não certamente num futuro próximo com esta cadencia de produção.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Nigerianos estão a construir casas à prova de terramotos com garrafas plásticas&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Casas construídas com garrafas podem ser uma excelente maneira de combater o lixo plástico, se forem aceitas globalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/97ff4291826520122b5c9f0f9b9b8855/thumbnails/casas-nigeria-jpg.jpg" alt="Casa em garrafas de plástico" title="Casa em garrafas de plástico" style="width: 80%; height: auto;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Fonte da imagem de capa: YouTube | Al Jazeera&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa inovação revolucionária não só constrói casas capazes de resistir a terramotos e até mesmo a balas, como também transforma o lixo ambiental em uma oportunidade. Essas casas, chamadas de "tijolos de garrafa", também ajudam famílias na Nigéria a terem um teto sobre suas cabeças, apesar do aumento das despesas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aparentemente, garrafas de plástico vazias são preenchidas com terra ou areia e empilhadas como tijolos, umas sobre as outras, para formar paredes. Quando os tijolos são colocados uns sobre os outros, são unidos com barro e amarrados com cordas para maior estabilidade. Um construtor que ergueu casas desse tipo afirmou que esses tijolos de garrafa são extremamente duráveis ​​e 18 vezes mais resistentes do que tijolos de barro comuns. "Tudo o que queremos é descobrir como podemos remover todas as garrafas das ruas, das margens das estradas, para que possamos aproveitá-las e tentar criar oportunidades de emprego", disse o construtor à Al Jazeera English .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o &lt;a href="https://www.powerofpositivity.com/plastic-bottles-earthquake-proof-homes/" title="Casas resistentes em garrafas de plástico" target="_blank" rel="noopener"&gt;Power of Positivity&lt;/a&gt; , a vila de Yelwa foi a primeira a ter uma casa construída com &lt;a href="https://scoop.upworthy.com/a-kenyan-womans-startup-recycles-plastic-into-bricks-that-are-five-times-stronger-than-concrete-522133-522133-522133-522133-522133" title="Reciclagem de garrafas plásticas" target="_blank" rel="noopener"&gt;garrafas plásticas recicladas&lt;/a&gt; . De fato, ela se tornou tão famosa que turistas do mundo todo vêm vê-la. Além dos turistas, autoridades governamentais e líderes da Nigéria também visitam a estrutura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Estudo mostra potencial de estrutura em origami reduzir 60% de concreto e 90% de aço em certas aplicações.&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Inspirado no origami e em estruturas naturais como conchas marinhas, este sistema ajuda a reduzir o desperdício, simplificar o transporte e tornar a construção sustentável em concreto acessível em qualquer lugar, pois não requer ferramentas especializadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/97ff4291826520122b5c9f0f9b9b8855/thumbnails/estrutura-em-origami-jpg.jpg" alt="Estrutura em origami" title="Estrutura em origami" style="width: 80%; height: 80%;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Fotografia: Lotte Scheder-Bieschin / ETH Zurich, BRG&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As estruturas de concreto tradicionais dependem de lajes espessas carregadas com armadura de aço para suportar as cargas estruturais. Mas pesquisadores da &lt;a href="https://ethz.ch/en/news-and-events/eth-news/news/2025/01/zigzags-for-greener-construction.html" title="Estrutura de lage de concreto de forma mais sustentável" target="_blank" rel="noopener"&gt;ETH Zurich&lt;/a&gt; desenvolveram uma alternativa inovadora: um projeto de concreto em forma de abóbada que atinge a mesma estabilidade com seções muito mais finas e sem armadura de aço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa técnica de concretagem utiliza designs geométricos inteligentes inspirados no origami para distribuir as forças de forma mais eficiente, reduzindo o uso de concreto em 60% e o de aço de reforço em 90%. A ideia surgiu quando a doutoranda Lotte Scheder-Bieschin desenvolveu o Unfold Form, um sistema de fôrmas dobráveis ​​e reutilizáveis ​​que facilita muito a concretagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Teste prático na África do Sul&lt;br&gt;Além do protótipo final de 3 por 1,8 metros, localizado no Laboratório de Fabricação Robótica (RFL) no campus de Hönggerberg, existe também uma estrutura gêmea de concreto na Cidade do Cabo - África do Sul.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe style="width: 80%; aspect-ratio: 16/9;" src="https://www.youtube.com/embed/0AXD9qbJiOY" title="ETH News: Unfold Form" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;
&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As fôrmas de concreto tradicionais são volumosas e geram muito desperdício. Muitas vezes, são feitas de materiais derivados do petróleo, como o isopor, explicam os pesquisadores. Em contraste, a técnica que está no cerne deste concreto inspirado no origami — Unfold Form — consiste em finas tiras de madeira compensada conectadas por dobradiças de tecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso permite que ela se desdobre como um leque e seja montada em minutos. Depois que o concreto é despejado e curado, a fôrma pode ser desmontada, armazenada e reutilizada, tornando-se uma opção ecológica e leve para a concretagem. Combinada com o uso de concreto mais ecológico , a Unfold Form pode revolucionar a forma como lidamos com as emissões de carbono relacionadas à indústria do concreto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os pesquisadores testaram o sistema de concreto inspirado em origami na África do Sul, onde a fôrma foi transportada em duas capas de prancha de surf e usada para construir um protótipo com bioconcreto feito de vegetação invasora triturada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sucesso deste projeto comprova que a técnica é escalável e adaptável, mesmo em áreas com recursos limitados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, os pesquisadores estão a trabalhar num projeto de mercado municipal na Cidade do Cabo. Devido aos seus materiais de baixo custo, mínimo desperdício e facilidade de transporte, esse concreto inspirado no origami pode estar no centro de futuros avanços na fabricação de lages de concreto, especialmente à medida que a indústria busca maneiras de reverter a situação na luta perdida contra as mudanças climáticas .&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Aglutinantes orgânicos para pavimentação&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/construcao-e-ambiente-orla-costeira.webp" alt="Pavimento de gravilha colada" title="Pavimento de gravilha colada" style="width: 80%; height: auto;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Orla marítima Santa Cruz. Foto: Acorus &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/produtos/fixadores-estabilizadores-de-solo" title="Ligantes de origem vegetal renovável, sem cimento"&gt;Ligantes vegetais&lt;/a&gt; da Acorus, para pavimentação, em substituição do cimento já são usados amiúde em projetos recentes. Possuem propriedades auto reparadoras vitalicias. Não necessitam de juntas,  são elásticos, reutilizaveis para correcções mesmo depois da instalação, mantém as suas propriedades permanentemente activas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Permitir a infiltração da água no solo, reduzir o escoamento superficial evitando enchentes, promovendo o arejamento da superfície e minorando o efeito “ilha de calor”, são exemplos de como podemos construir duma forma mais sustentável. &lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Como fazer a avaliação da sustentabilidade na construção&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Regulamentação e Acordos internacionais &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Instituições governamentais o &lt;a href="https://commission.europa.eu/strategy-and-policy/priorities-2019-2024/european-green-deal_en" title="European Green Deal" target="_blank" rel="noopener"&gt;European Green Deal&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://single-market-economy.ec.europa.eu/sectors/construction/construction-products-regulation-cpr_en" title="Construction Products Regulation (CPR)" target="_blank" rel="noopener"&gt;Construction Products Regulation (CPR)&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Associações Civis, Ambientais e de Protecção da Natureza &lt;a href="https://nacto.org/" title="National Association of City Transportation Officials" target="_blank" rel="noopener"&gt;NACTO / CGDI&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Critérios standard de qualidade e eficiência &lt;a href="https://acorus.pt/blog/certificacao-leed" title="Projecto LEED"&gt;LEED&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://www.astm.org/" title="American Society for Testing and Materials" target="_blank" rel="noopener"&gt;ASTM&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A certificação LEED estabelece um sistema de pontos baseado em:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Localização e transporte&lt;/strong&gt;: Não construir em locais ambientalmente sensíveis e acessibilidade a transportes públicos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Lotes sustentáveis&lt;/strong&gt;: Proteger e manter o habitat natural, reduzir a poluição e o uso de recursos naturais e facilitar a interação com a natureza.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Uso eficiente da água&lt;/strong&gt;: Minimizar o uso de água durante a construção e fornecer mecanismos para reduzir a pegada hídrica do edifício.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Energia e atmosfera&lt;/strong&gt;: Reduzir o consumo de energia, usar energia renovável e aumentar a eficiência energética para reduzir a poluição.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Materiais e recursos&lt;/strong&gt;: Sistemas de reciclagem, uso de materiais sustentáveis ​​economia de recursos na construção.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Qualidade ambiental interior&lt;/strong&gt;: Qualidade do espaço interior para seus ocupantes, pureza do ar, controle térmico e poluição sonora.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Inovação&lt;/strong&gt;: Estratégias inovadoras de sustentabilidade durante a sua construção.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Prioridades regionais&lt;/strong&gt;: Alcançar melhorias para o local onde está localizado em termos de meio ambiente, equidade social e saúde pública.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resumindo, uma indústria de construção mais verde e amiga do ambiente não é mais uma opção mas uma obrigação para um futuro sustentável do nosso planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;__________________________&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Artigo original publicado em Março 2023. Actualização em Fevereiro 2026 com inclusão de novos materiais em análise.&lt;/p&gt;
&lt;div id="disqus_thread"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;
&lt;script&gt;
    /**
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    var d = document, s = d.createElement('script');
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    (d.head || d.body).appendChild(s);
    })();
&lt;/script&gt;
&lt;/p&gt;
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      <pubDate>Sat, 28 Feb 2026 14:00:10 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Como as alterações climáticas estão a mudar as regras da construção</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/como-as-alteracoes-climaticas-estao-a-mudar-as-regras-da-construcao</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/bcd2c0b1ddbb8a6adb3d61c47b68e620/climate-change-2063240_1280.jpg</image>
      <description>&lt;p&gt;&lt;span class="legenda-foto"&gt;Fonte: Imagem por &lt;a href="https://pixabay.com/pt/users/tumisu-148124/" title="Crédito da foto Tumisu via Pixbay" target="_blank" rel="noopener"&gt;Tumisu&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Estamos a construir coisas com base num clima que já não existe&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Recentemente, com as inundações em Valência (Espanha), e ultimamente em Portugal, ficou exposto aquilo que há muito se sabia, ainda antes de terem sido construídas as zonas mais críticas.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O planeamento urbano continua incapaz de disciplinar a pressão da construção nos locais onde se concentram as principais comodidades dos centros urbanos.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não existe uma solução mágica para estes problemas, apesar do conhecimento acumulado sobre eles.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Envolvem múltiplas circunstâncias que se alinham de forma complexa, e a dimensão das catástrofes atuais mostra o quão difícil é alterar este quadro.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando não fazemos o necessário, a natureza lembra que não negocia. Queima, inunda, arrasa, destrói e, paradoxalmente, abre espaço para reconstruir melhor.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não porque seja benevolente, mas porque é indiferente.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A esperança está em conseguirmos divergir da forma como fazíamos as coisas, reduzindo a probabilidade de novos cenários de destruição massiva.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que antes era exceção climática tornou-se regra; o que era previsível tornou-se instável.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Critérios de Planeamento Urbano e Florestal&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Vivemos hoje um paradoxo urbano demasiado evidente para continuar a ser ignorado: estamos a construir cidades para um clima que já não existe.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As grandes urbanizações são organismos complexos, movidos por forças económicas, políticas e sociais que raramente acompanham o ritmo da natureza.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas forças são difíceis de contrariar e quase impossíveis de reverter, mas ainda assim há espaço para intervir.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Identificar os problemas é abrir caminho às melhores decisões, porque as cidades crescem onde há procura, expandem-se onde há investimento e consolidam-se onde há retorno.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pressão imobiliária concentra-se nos centros urbanos porque é ali que estão os serviços, os empregos, a mobilidade, a cultura e as comodidades do quotidiano.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto houver procura, haverá construção, mesmo quando o território já dá sinais claros de que não aguenta mais.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A impermeabilização excessiva, a ocupação de zonas de risco e a destruição de ecossistemas naturais, que antes funcionavam como barreiras de proteção, resultam de decisões acumuladas ao longo de décadas.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, com o clima a mudar mais depressa do que a capacidade de adaptação, as cidades começam a sofrer essas consequências de forma cada vez mais visível.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/bcd2c0b1ddbb8a6adb3d61c47b68e620/Imagem_Shary_Reeves.jpg" alt="Inundações urbanas" style="width: 80%;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;magem de &lt;a href="https://pixabay.com/pt/users/doosenwhacker-8904913/?utm_source=link-attribution&amp;amp;utm_medium=referral&amp;amp;utm_campaign=image&amp;amp;utm_content=6515464"&gt; Shary Reeves&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Como podemos intervir&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Esta é uma questão em permanente evolução, por isso vale a pena focar nos aspectos mais próximos e práticos que estão ao nosso alcance.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O futuro urbano não será uma continuação linear do passado: será inevitavelmente, uma reinvenção.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto mais cedo aceitarmos isso, mais rapidamente poderemos construir cidades que não sejam apenas funcionais, mas resilientes e capazes de conviver com o clima.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cidades que não sejam palco de catástrofes anunciadas, mas espaços onde a vida possa continuar com dignidade.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As decisões sobre como perspetivar e construir o espaço residencial são oportunidades diretas de mudança.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A escolha de onde viver, como construir, que materiais usar, como gerir energia e água e como ocupar o solo tem impacto real; cada decisão individual contribui para o desempenho coletivo.​&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Compreender o terreno é essencial.​&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;É importante verificar se a área está associada a leitos de cheia, zonas húmidas ou corredores de drenagem natural que possam ter sido artificialmente interrompidos, porque muitas catástrofes ocorrem precisamente onde estes fatores foram ignorados.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Consultar entidades locais e cruzar informação histórica é hoje tão importante como escolher o arquiteto ou o empreiteiro.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em áreas sujeitas a cheias, elevar a cota de implantação, reforçar impermeabilizações, criar zonas técnicas acima do nível do solo e garantir uma drenagem eficiente são medidas fundamentais.​ (conceito &lt;a href="https://acorus.pt/blog/cidades-esponja-preparar-o-futuro" title="jardins de chuva e valas de retenção"&gt;cidades esponja&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escolher &lt;a href="https://acorus.pt/blog/pavimento-ecologico-sustentavel" title="pavimentos ecológicos de exterior"&gt;materiais e soluções construtivas&lt;/a&gt; adaptadas ao novo contexto climático é outro passo crucial.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em zonas propensas a incêndios, materiais resistentes ao fogo, fachadas minerais, coberturas metálicas, telhados reforçados, caixilharias com certificação térmica e sistemas de ventilação protegidos, podem ser a diferença entre perder tudo ou manter a estrutura intacta.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Organizar a vegetação exterior, criar faixas de proteção, utilizar espécies menos inflamáveis e manter o terreno limpo reduz significativamente o risco de propagação do fogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pequenas decisões acumuladas criam grandes diferenças na resiliência da habitação, e cada pessoa tem aqui uma palavra a dizer.​&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Conforto e resiliência da construção&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A orientação solar do edifício, o dimensionamento das janelas e a ventilação natural são fatores determinantes para o conforto e a eficiência energética.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Terrenos bem orientados permitem reduzir consumos, melhorar a qualidade de vida e adaptar melhor a construção às exigências do clima atual.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vale também a pena considerar a proximidade de infraestruturas como antenas de telecomunicações ou linhas de alta tensão, bem como a presença de correntes de água subterrâneas, frequentemente associadas a campos magnéticos intensos.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há quem defenda que essas condições podem contribuir para uma sensação de fadiga mesmo após o descanso, o que as torna relevantes para o bem-estar em casa.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Resiliência e flexibilidade devem integrar a nova forma de pensar o urbanismo.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Projetos que prevejam adaptações futuras de regras e estruturas reforçadas contra eventos extremos constroem não apenas edifícios, mas formas mais robustas de habitar o território.​&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fontes:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="legenda-foto"&gt;&lt;a href="https://habitat3.org/wp-content/uploads/Policy-Paper-8-Portugue%CC%82s.pdf" target="_blank" title="The United Nations Conference on Housing and Sustainable Urban Development" rel="noopener"&gt;Ecologia Urbana e resiliência.pdf&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="legenda-foto"&gt;&lt;a href="https://climate-adapt.eea.europa.eu/pt/mission/solutions/mission-stories/milan-story14" target="_blank" title="Agência Europeia do Ambiente" rel="noopener"&gt;Integração da adaptação às alterações climáticas e da resiliência às mesmas em diferentes setores e políticas locais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;
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&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;&lt;span id="IDCommentsPostTitle" style="display: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div id="disqus_thread" style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;
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      <pubDate>Fri, 24 Jan 2025 12:39:15 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Calcular o Preço do Piso em Resina e Brita</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/custo-do-pavimento-permeavel-de-gravilha-e-resina</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/5a80fb0df7a794e78647b8798b4d063f/preco-pavimento-permeavel_0.webp</image>
      <description>&lt;p&gt;Informação de carácter geral sobre custos, cálculo de preços e rendimento para a instalação de um pavimento permeável em gravilha e resina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Quais os custos dum pavimento em brita agomerada com resina&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O que deve ter em conta para calcular os custos de execução dum piso poroso em brita, gravilha e resina?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O preço é composto pelo custo dos materiais, do transporte e da aplicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem de acrescentar a infraestrutura: base, perfilamento do perímetro, ou demais trabalhos conforme o estado actual da área a intervir, os transportes de materiais, cargas e descargas, características próprias de cada local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O custo final depende do regime de empreitada, da escolha do construtor e dos requisitos do projecto. A localização também é importante pois a maior oferta de empreiteiros concentra-se no litoral e nos grandes aglomerados. No interior os projetos mais pequenos podem enfrentar dificuldades com a oferta de serviços especializados. Escolher um subempreiteiro de próximidade pode ser a solução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora seja uma aplicação simples, exige especialização e experiência do construtor devido as diferenças dos produtos, características e propriedades de cada. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confirme que a área de pavimentação se encontra delimitada com muretes, parede ou lancil. e possui uma base com capacidade de infiltração e escoamento da água em excesso para suporte e drenagem do pavimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O custo do transporte, logistica e manuseamento e deslocação de materiais, são a ter em conta. São cargas pesadas e volumosas. No caso de acessos condicionados a pequenas viaturas, os custos da mobilidade dos materiais é necessariamente mais alto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Piso poroso em resina e gravilha&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Argamassa de pavimento poroso permeável ao ar e água para uso pedonal, de 25 mm de espessura, realizado "in situ" com argamassa à base de resinas e agregados de cores seleccionados com granulometria 2/6 mm, colocado sobre camada base de material granular existente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Preço dos materiais camada de revestimento por m2 (exclui base): desde 20,00 a 60,00 euros / m2 com 2,5 cm espessura para uso pedonal. Para automóvel na espessura de 4 cm entre 32,00 e 70,00 euros / m2.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Veja inertes e preços.&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Tenha em conta que existe uma diversidade de ligantes e inertes, com preços diferentes preços&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se necessitar a ajuda dum construtor consulte as plataformas abaixo, que reúnem profissonais habilitados e competentes para a execução da obra: &lt;a href="https://www.homify.pt/profissionais/" title="Homify"&gt;Homify&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://melom.pt/home/rede" title="Melon"&gt;Melon&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://www.habitissimo.pt/orcamentos/pavimentos" title="Habilitíssimo"&gt;Habilitíssimo&lt;/a&gt;, &lt;a href="https://www.zaask.pt/?utm_source=google&amp;amp;utm_medium=cpc&amp;amp;utm_campaign=PT-Lisboa-Branded-catgid000&amp;amp;gclid=CjwKCAjw_tWRBhAwEiwALxFPoX2kRjede_mHLtkixFir-7QYTNKKiv7Cwxjpl1UNgZ4cuysEwnVzyxoC2QEQAvD_BwE" title="Zaask"&gt;Zaask&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se é construtor conheça o apoio, formação, e acompanhamento técnico que disponibilizamos a profissionais para realizar a sua obra.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Preço de Materiais&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Catálogo, cores:&lt;span style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/produtos/aglomerados-compactos-de-resina" title="Preços e inertes"&gt;Preço dos pavimentos, referências de compra aglomerados de resina&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/produtos/index" title="Materiais para pavimentação"&gt;Materiais&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Consulte:&lt;span style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;Gerador de preços https://www.geradordeprecos.info/&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 12 Dec 2023 16:28:50 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Sistemas de Estabilização e Reforço do Solo</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/estabilizacao-e-reforco-do-solo</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/0cd8139a19c58e273b3ec66cc79ea849/estabilizacao-e-reforco-do-solo.jpg</image>
      <description>&lt;p&gt;A estabilização do solo refere-se ao processo de melhoria das propriedades de engenharia do solo para aumentar a sua durabilidade, resistência a tensões, mobilidade e reduzir a poeira no ambiente. Vários métodos podem ser aplicados conforme o tipo de solo, uso pretendido e fatores ambientais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Acorus desenvolve e fornece produtos e sistemas para contenção, reforço e estabilização do solo para pavimentação urbana, florestal, agrícola e mineira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Processo mecânico e químico por incorporação ou pulverização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contenção e reforço do solo com geossintéticos por confinamento celular em grelha ou geocélulas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Processo mecânico e químico&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/produtos/ligno-active-stab" title="Estabilização do solo e redução de poeira"&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/controle-de-poeira.webp" style="width: 80%;" alt="Caminhos de cascalho e controlo de poeira"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Foto: Aplicação LIGNO-ACTIVE STAB em spray para redução do pó no ambiente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aplicados por pulverização ou incorporação mecânica no solo, vários métodos e materiais podem ser utilizados, desde fixadores, ligantes e materiais granulares, para melhorar a estrutura do solo conforme a função desejada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Produtos de origem sustentável&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Fixadores e estabilizadores biopolímeros vegetais para aplicação por spray no controle de poeira ou por incorporação mecânica para formar camadas resistentes ao cisalhamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Substratos minerais selecionados, com misturas adequadas para cada projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Oferecemos várias soluções para combinar produtos e materiais com desempenho presente e futuro de forma sustentável.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Fixador orgânico para pisos em saibro&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/produtos/fixador-organico" title="Groundstab organico vegetal"&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/itens/600x400/groundstab-fixador-organico-mineral.webp" style="width: 80%;" alt="Groundstab Orgânico-Vegetal"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;GROUNDSTAB&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fixador orgânico vegetal de última geração, isento de ingredientes poliméricos ou cimentícios, que agrega saibros em pisos naturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As misturas de caminhos Groundstab® são materiais naturais feitos de matérias-primas de alta qualidade, como lascas duras, areia fina triturada e cascalho especial coeso. São praticamente isentas de poeira, resistentes ao cisalhamento e simples de instalar quando preparadas adequadamente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Stabilfix pozolânico&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/produtos/estabilizador-saibro" title="Estabilizador de saibro"&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/galeria/pavimento-de-saibro-estabilizado-stabilfix.webp" style="width: 80%;" alt="Pavimentos em saibro estabilizado"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Stabilfix saibro com pozolanas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;STABILFIX é um estabilizador pozolânico com forte atividade pozolânica, sem clinker, baixa percentagem de carbono e resistente a sulfatos, salinidade e alcalinidade dos agregados. Uma substituição sustentável do cimento sem clinker.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ligno Active-Stab fibras e biopolímeros para controle de poeira&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Controle de poeira em caminhos de terra&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;LIGNO-ACTIV STAB é um copolímero adesivo que une partículas finas do solo em caminhos de terra, agrícolas, florestais e de exploração mineira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É uma solução segura para supressão de poeira, estabilização e reforço do solo, aumentando resistência, densidade e durabilidade de vias rodoviárias, caminhos agrícolas ou florestais, estaleiros e estradas não pavimentadas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Substratos minerais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Substratos minerais, gravilhas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;BRITA E GRAVILHA para camadas de topo e base. Sempre que possível, utilizamos materiais locais para reduzir custos de transporte e manter harmonia com a paisagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Acorus projeta misturas de materiais de fornecedores locais, garantindo rotas curtas de entrega e impacto ambiental reduzido. Trabalhamos com minerais de diferentes granulometrias para melhor adaptação funcional.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contenção e reforço do solo com geossintéticos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/produtos/grelha-alveolar-enrelvamento" title="Grelha alveoar de enrelvamento"&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/itens/e-works-path-grass.jpg" style="width: 80%;" alt="Grelha para estacionamento com relva"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Grelha alveolar de enrelvamento&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Grelha de enrelvamento e inertes EarthWorks . Estes sistemas reduzem a compactação do solo, aumentam a infiltração de água, promovem o crescimento saudável das raízes e melhoram a drenagem da superfície.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A matriz do pavimento técnico também ajuda a reduzir o escoamento das águas pluviais e a evitar a erosão do solo. As grelhas distribuem as cargas aplicadas sobre uma área maior, melhorando a capacidade de carga e reduzindo a deformação do solo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São produzidas a partir de resíduos selecionados de polietileno e polipropileno pós-industriais, limpos e livres de metais pesados. São duráveis e ambientalmente seguras.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Engenharia de solos e sustentabilidade&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Acorus desenvolve produtos para estabilização mecânica e química de solos. A engenharia de solos tem um papel importante no meio ambiente: a redução do pó em suspensão, a estabilização e consolidação de terrenos, o confinamento e a contenção dos solos e a eficiência da drenagem impactam e interessam a todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diminuir os efeitos da construção e das vias de mobilidade no ciclo da água e no meio ambiente, bem como utilizar meios e recursos de origem natural renovável, aumenta a sustentabilidade das cidades e a qualidade de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;
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&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;&lt;span id="IDCommentsPostTitle" style="display: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div id="disqus_thread" style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;
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    *  RECOMMENDED CONFIGURATION VARIABLES: EDIT AND UNCOMMENT THE SECTION BELOW TO INSERT DYNAMIC VALUES FROM YOUR PLATFORM OR CMS.
    *  LEARN WHY DEFINING THESE VARIABLES IS IMPORTANT: https://disqus.com/admin/universalcode/#configuration-variables    */
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      <pubDate>Sun, 10 Dec 2023 10:14:29 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Como reduzir as emissões de carbono na indústria da construção</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/reduzir-emissoes-carbono-industria-do-cimento</link>
      <image>https://acorus.pt/assets/img/carbono-emission.jpg</image>
      <description>&lt;h2&gt;Porquê o cimento é um problema? &lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O maior problema é que é uma das indústrias com o pior impacto climático, a libertação de CO2 é cerca de três vezes mais do que a indústria da aviação e em crescimento com a população mundial. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como podemos intervir concretamente? Existem muitas ideias comprovadas sobre como diminuir a pesada pegada de carbono do cimento. &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Quais os passos para reduzir as emissões de carbono?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A parte difícil é passar à prática, escolher e adoptar os processos mais convenientes. A maior parte do cimento e concreto são produzidos regionalmente, próximo de onde é utilizado, a escolha dos materiais alternativos, padrões e processos de construção, são desafios práticos a resolver por cada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O aglutinante a que chamamos cimento e mantém a areia ou brita no concreto durante a sua fabricação é cozido até 1450 ºC em grandes fornos que usam quase só combustíveis fósseis para o aquecimento, para além das reações químicas que libertam ainda mais dióxido de carbono (CO2). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estima-se que a produção de um quilo de cimento liberte um quilograma de CO2 na atmosfera e aumenta ao ritmo da população e uma das maneiras é diminuir as emissões de carbono do cimento é encontrar combustíveis mais limpos para os fornos de cimento. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/architecture-concreto.jpg" style="width: 80%;" alt="Desin em concreto"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="legenda-foto"&gt; Imagem Scott Webb&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Espaço para Melhorar&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A utilização de combustíveis alternativos como resíduos agrícolas e até mesmo pneus de carro, pode reduzir significativamente a pegada de carbono da produção de cimento. Sem reticências, Jeremy Gregory, diretor executivo do Concrete Sustainability Hub no MIT, diz que os pneus usados podem ser uma “grande fonte de energia” e os fornos de cimento são uma das maneiras mais eficazes de descartá-los.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De facto, encontrar combustíveis de queima mais limpa para os fornos de cimento pode resultar numa redução das emissões de carbono em comparação com os combustíveis fósseis tradicionais mas é apenas uma parte do problema (40%). &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reação química que ocorre durante o processo de transformação do calcário em cal, liberta CO2 como subproduto, contribuindo significativamente para a pegada de carbono da indústria (60%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A captura e armazenamento de carbono (CCS) é uma abordagem cada vez mais promissora para reduzir as emissões de carbono associadas à produção de cimento. O processo envolve a captura de dióxido de carbono dos gases de escape das fábricas de cimento e o seu armazenamento subterrâneo em formações geológicas, como reservatórios de petróleo e gás esgotados, ou a sua utilização noutros processos industriais.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Utilização de aglutinantes alternativos em vez do clínquer tradicional. &lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O clínquer tradicional é produzido através do aquecimento de calcário, argila e outros materiais a altas temperaturas, o que liberta uma quantidade significativa de dióxido de carbono para a atmosfera. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando o calcário se transforma em cal, reage com a argila dentro do forno para formar uma substância conhecida como “clínquer”, que é então misturada com pequenas quantidades de gesso e moída em um pó chamado “cimento portland comum”, o padrão da indústria. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já se comprovou que a porção de cimento pode ser substituída por argila calcinada ou de resíduos como cinzas volantes e escória sem perda de resistência, com menos emissões de dióxido de carbono, podem ser usados como substitutos parciais do clínquer na produção de cimento, no entanto não existe oferta suficiente para a procura, pode ser incrementado é um espaço de melhoramento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes materiais podem ser obtidos a partir de vários processos industriais, tais como centrais eléctricas a carvão, siderurgias e fluxos de resíduos agrícolas. Ao utilizar estes materiais, os produtores de cimento podem reduzir a quantidade de clínquer necessária, o que, por sua vez, reduz a quantidade de emissões de dióxido de carbono associadas à produção de cimento. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pode também ter outros benefícios ambientais, como a redução da quantidade de resíduos enviados para aterros e a redução da necessidade de materiais virgens. No entanto, existem também alguns desafios associados à utilização de materiais alternativos na produção de cimento, tais como a garantia de uma qualidade e disponibilidade consistentes dos materiais, bem como potenciais impactos nas propriedades e no desempenho do cimento resultante. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, com a investigação e o desenvolvimento em curso, a utilização de materiais alternativos está a tornar-se cada vez mais viável e atractiva como forma de reduzir a pegada de carbono da produção de cimento. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A indústria do cimento como um todo já reduziu a fração de clínquer de seu produto de mais de 90 por cento em 1990 para perto de 65 por cento hoje, adicionando ingredientes substitutos, como subprodutos da queima de carvão e da fundição de ferro e aço. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/concreto-cimento-imagem-sevda-mujgana.jpg" style="width: 80%;" alt="Horizonte de cimento"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="legenda-foto"&gt;Imagem: Sevda Mujgan&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Novos produtos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ainda mais espaço para melhorias com novas formulações sendo elaboradas por laboratórios de P&amp;amp;D, startups e grandes empresas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um produto promissor é o cimento de argila calcinada com calcário, conhecido mais precisamente como LC3. que é desenvolvida há cerca de cinco anos. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As alternativas incluem cimentos ativados por álcalis e biocimentos gerados por algas ou micróbios, bem como cimentos feitos de fosfato de magnésio, aluminato de cálcio ou sulfoaluminato de cálcio, podem reduzir as emissões de todo o processo em 40% ou mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estão em curso alterações importantes na utilização e nos materiais de forma a que o processo de produção seja mais ecológico. Esperamos voltar a este assunto sobre as pequenas altetações que vão fazendo a diferença.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não só a construção como a exploração intensiva, dos meios no planeta duma forma pouco sustentável, até mesmo perdatória de toda a actividade humana desde a alimentação a todos outros setores económicos, geridos por empresas, políticos e reguladores que sustentam este status quo, estão debaixo da mira de outros empresários legisladores, supervisores mais todos nós com ou sem voz. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou todos nós estamos dum lado as segundas quartas e sextas e do outro nos restantes dias. Ficamos na dúvida.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 05 May 2023 20:00:37 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Sobre Nós</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/acerca</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/e25b8ff66617b2295acddde57de7ce74/hamonazaryan1.jpg</image>
      <description>&lt;h2&gt;O que fazemos e o que podemos fazer pelo seu projeto&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde 2013 fornecemos produtos especializados para a indústria da construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Acorus desenvolve e fornece soluções inovadoras e ecologicamente corretas para pisos projetados, fornecendo produtos químicos, orgânicos e minerais de classe mundial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desenhamos e fornecemos pisos de alta permeabilidade em brita de pedra e grânulos naturais, aglomerados por ligantes sobre uma superfície compacta e resistente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a evolução dos sistemas de pavimentação, hoje existem mais, diferentes e melhores soluções. O uso de produtos minerais reduz a amplitude térmica, conservam a temperatura, soluções que promovem o ambiente e uma construção sustentável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conheça os nossos &lt;a href="https://acorus.pt/page/empresa" title="Serviços corporativos Acorus"&gt;serviços corporativos&lt;/a&gt;, os &lt;a href="https://acorus.pt/produtos/index" title="recursos , produtos e materiais"&gt;recursos e matérias primas&lt;/a&gt; que distribuímos e os &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimentos-exteriores" title="pavimentos de exterior"&gt;pavimentos de exterior&lt;/a&gt; produzidos..&lt;/p&gt;
&lt;div class="followit--follow-form-container" attr-a="" attr-b="" attr-c="" attr-d="" attr-e="" attr-f=""&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="followit--follow-form-container" attr-a="" attr-b="" attr-c="" attr-d="" attr-e="" attr-f=""&gt;Inscrito na Conservatória Comercial da Maia (Portugal) ©2013-2025 - N.I.F. PT510185690 &lt;/div&gt;
&lt;div class="followit--follow-form-container" attr-a="" attr-b="" attr-c="" attr-d="" attr-e="" attr-f=""&gt;&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 04 Mar 2023 20:19:31 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Juntas em Pavimentos Contínuos</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/juntas-de-contracao-no-pavimento-continuo</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/6458d484256499107bef9439c4793985/juntas-contracao-serradas-pavimentos.jpg</image>
      <description>&lt;p class="legenda-foto"&gt;Foto: Juntas serradas em pavimentos contínuos&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Juntas serradas: como proceder&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Frequentemente o início de uma junta não controlada pode ser o início da desintegração do pavimento. A instalação de juntas em pavimentos de concreto não evita rachaduras, mas as juntas estimulam o concreto a rachar onde se deseja e aliviam as tensões de expansão que levam à fissuração. Existem vários tipos de juntas, e a terminologia é frequentemente mal utilizada, seja no estúdio de projeto ou no canteiro de obras. A seguir estão algumas das juntas mais usadas para controlar rachaduras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimentos-exteriores#juntas" title="juntas de contração e dilatação"&gt;junta de construção&lt;/a&gt; é uma junta onde o progresso da construção terminou ou onde diferentes vazamentos ocorrerão como parte da sequência de construção. Estas podem ser fixadas em conjunto para eliminar qualquer elevação entre lajes que possa criar risco de tropeço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As &lt;strong&gt;juntas de contração em pavimentos contínuos&lt;/strong&gt;, também chamadas de juntas de controle, são juntas serradas ou usinadas usadas para controlar onde a rachadura ocorrerá, criando um plano enfraquecido ao longo do eixo da junta. É fundamental que, se cortadas, as juntas sejam instaladas o mais rápido possível após a concretagem, geralmente entre seis e dezoito horas após a colocação inicial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se a execução for tardia, rachaduras começarão a se desenvolver na laje. Esta regra é uma das mais frequentemente violadas na colocação de concreto, mas é a que mais reduz rachaduras indesejadas. As juntas de contração devem ter no mínimo um quarto da profundidade da espessura do concreto — uma profundidade que muitas vezes não é alcançada, especialmente quando as juntas são trabalhadas na superfície ainda molhada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo após anos de uso, juntas bem planeadas e instaladas podem aprimorar um projeto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma junta decorativa serrada não é tecnicamente usada para controlar rachaduras. No entanto, é um recurso de design frequentemente utilizado para criar padrões na laje. Essas juntas podem ter aparência semelhante às juntas de expansão e contração, desde que os detalhes sejam corretamente executados.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Juntas de contração, dilatação ou isolamento em pavimentos contínuos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma junta de isolamento é usada para separar diferentes materiais ou elementos da laje de concreto; como mencionado anteriormente, não se deve amarrar a laje a elementos fixos. As juntas devem receber material de dilatação antes da concretagem, e geralmente são seladas para evitar a entrada de detritos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A junta de dilatação oferece espaço para a expansão térmica da laje. Assim como a junta de isolamento, é instalada com material expansivo e pode receber selante na parte superior para evitar a entrada de detritos — ou ser deixada aberta, exigindo limpeza periódica. Na prática, pode ser construída como uma junta de isolamento e detalhada de forma a torná-la indistinguível de uma junta de contração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um exemplo comum é a recomendação: “Alinhar as juntas de dilatação com os centros das colunas; o espaçamento entre juntas não deve exceder quatro pés ou ser inferior a 3,5 pés”. Isso evita que juntas desalinhadas com colunas criem impacto visual negativo, mesmo que haja pequena variação no espaçamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Idealize como o padrão de juntas pode aliviar as tensões mencionadas anteriormente. Criar diretrizes que permitam ao empreiteiro alguma flexibilidade para localizar as juntas conforme as condições de campo — preservando a intenção do projeto — pode melhorar o desempenho e reduzir problemas futuros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pense também no que chamará mais atenção do cliente ou visitante: uma pequena variação no espaçamento das juntas ou a relação entre as juntas e outros elementos da paisagem, como um canteiro ou a mudança de direção na fachada de um edifício.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 20 Dec 2022 19:21:34 +0000</pubDate>
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    <item>
      <title>Resíduos e excedentes de construção</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/residuos-e-excedentes-de-construcao</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/36dc851d0cfe2322ac40c2911d2948f7/residuos-e-excedente-construcao.jpg</image>
      <description>&lt;h2 itemprop="headline"&gt;Reciclagem de resíduos e excedentes de construção&lt;/h2&gt;
&lt;div itemprop="articleBody"&gt;
&lt;p&gt;O tratamento de resíduos tornou-se num valioso sector da indústria da construção e já produz uma importante cadeia de valor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O entulho, como é vulgarmente apelidado este tipo de resíduos, é composto por um conjunto de materiais, provenientes da área da construção civil ou demolições, que podem ser classificados em três grandes grupos:&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Inertes&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Betão, betão armado, tijolos, telhas, azulejos, porcelanas, vidro, metais ferrosos e não ferrosos, pedra, asfalto, terra, etc;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Materiais orgânicos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Papel, cartão, madeira, plásticos, entre outros;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Materiais compostos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tapetes, revestimentos de paredes de gesso, material elétrico, madeira prensada ou envernizada e outros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resíduos de construção e demolição (&lt;span class="caps"&gt;RCD&lt;/span&gt;), excepto os materiais orgânicos, são estritamente confinados a materiais de construção específicos, como tijolo, metal, concreto e drywall; não itens como papel, eletrodomésticos, plásticos, papelão e colchões. Têm sido um dos maiores fluxos de resíduos no mundo, exercendo consideráveis ​​ônus e ameaças à sociedade e ao meio ambiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Europa, o &lt;span class="caps"&gt;RCD&lt;/span&gt; produzido em 2014 foi de cerca de 820 milhões de toneladas. Nos &lt;span class="caps"&gt;EUA&lt;/span&gt;, foi relatado que cerca de 535 milhões de toneladas de &lt;span class="caps"&gt;RCD&lt;/span&gt; foram produzidas em 2014.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na China, a quantidade de &lt;span class="caps"&gt;RCD&lt;/span&gt; gerada em 2014 é de mais de 1,5 bilhão de toneladas, respondendo por cerca de 30% a 40% do total de sólidos municipais desperdício.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resíduos C e D são produzidos quando edifícios, obras de engenharia e estradas são construídas, reformadas ou demolidas. Recursos úteis podem ser recuperados deste resíduo de concreto e reciclados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Várias empresas prestam serviços para a Valorização de Resíduos Inertes de Betão e Betuminoso para:&lt;br&gt;Betão&lt;br&gt;Tijolos&lt;br&gt;Ladrilhos&lt;br&gt;Telhas&lt;br&gt;Materiais cerâmicas&lt;br&gt;Misturas betuminosas&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://apambiente.pt/sites/default/files/_Residuos/FluxosEspecificosResiduos/RCD/PT-TRA-01%20-%20final.pdf" title="Download PDF Agência Portuguesa do Ambiente" target="_blank" rel="noopener"&gt;Protocolo de Gestão de Resíduos (PDF)&lt;/a&gt; da Agência Portuguesa do Ambiente&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Gestão sustentável de resíduos de construção e demolição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A sustentabilidade e o uso criterioso dos recursos naturais podem ser áreas em que as construtoras podem se destacar. A imagem de responsabilidade social que qualquer cidade ou empresa pode dar a si mesma através da Gestão Sustentável de Resíduos irá ajudá-la a obter uma posição de liderança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser capaz de mostrar que sua empresa tem uma alta reputação de sustentabilidade pode melhorar a atratividade das empresas, o que resultará na geração de mais empregos e em um melhor padrão de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Edifícios sustentáveis ​​são simplesmente melhores financeiramente, melhores para as pessoas e melhores para o meio ambiente. Por meio do projeto e operação sustentáveis ​​de edifícios, muitos resultados econômicos e ambientais significativos podem ser melhorados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O transporte sustentável é uma credencial importante para essas indústrias de transporte, e é importante ter a capacidade de avaliar quais são os produtos de transporte/entrega certos para permitir que os clientes mudem para uma solução de transporte mais segura e que reduza sua pegada de carbono.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As técnicas de sustentabilidade ou gerenciamento verde são projetadas para proteger o meio ambiente, economizar recursos e economizar energia.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O uso de técnicas de gerenciamento de resíduos de construção que dependem de recuperação, reciclagem e reutilização de materiais provou ter benefícios econômicos para a indústria da construção e empresas individuais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com uma reflexão cuidadosa, esses benefícios podem se tornar rotineiros e também ajudar a preservar o nosso ambiente natural.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Construção sustentável&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Os &lt;span style="font-weight: bolder;"&gt;resíduos de construção e demolição&lt;/span&gt; são derivados da construção, reforma ou demolição de edifícios ou estruturas novas ou existentes. Por exemplo, aproximadamente 5,0 milhões de toneladas de lixo são descartadas anualmente em &lt;span class="caps"&gt;RCD&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A reutilização de pedras e ardósia locais e de construção é importante para manter e restaurar o estoque de edifícios existentes e garantir que o caráter distinto e a variação local sejam mantidos em novos edifícios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pedra de construção da Cornualha é um exemplo que também é valorizado para usos arquitetônicos e decorativos em edifícios de prestígio e pode ser coletado, limpo e reutilizado.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Evitar transmissões pela água&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A construção sustentável também envolve evitar a descarga de poluição transmitida pela água. Resíduos de edifícios e construções podem entrar em nossos cursos de água através de drenos de águas pluviais e são uma das principais causas da poluição da água.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos nós já vimos aquelas pilhas de areia e sedimentos empilhados na faixa ao lado de estradas e valas, apenas para serem levados pela chuva seguinte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, qualquer vazamento de material sólido em suspensão e lixiviação de resíduos em um curso de água pode ter efeitos ambientais extremamente prejudiciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, a quantidade de monitoramento regular do local deve, se possível, ser aumentada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em alguns países do mundo, o aumento da riqueza e a análise das licenças de construção emitidas mostram que, em média, o tamanho das moradias está aumentando quase 8% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, com base na atividade de licenças de construção de 2005, a realidade em um exemplo citado na rede mundial de computadores mostrou o tamanho médio da casa acima de 2.200 pés quadrados, e isso é superior aos 1.750 pés quadrados há 3 anos. Isso significa que há muitos resíduos adicionais de construção e construção para lidar, ano após ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diz-se que a construção de uma nova casa típica gera cerca de 4 toneladas de resíduos. A reciclagem pode economizar 80 por cento ou mais de ir para um aterro sanitário.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Gestão dos resíduos de construção&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Vários estudos em países desenvolvidos indicaram que um bom método para melhorar o desempenho do projeto de construção é gerenciar melhor os resíduos da construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, avançar em direção ao projeto e construção sustentáveis, especialmente no setor de gerenciamento de resíduos, encontrou muitas partes interessadas em quase todos os setores da economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não surpreendentemente, pesquisas recentes indicam que o custo é o fator mais crítico na seleção de métodos de construção ou tecnologias para projetos de construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os custos podem ser reduzidos se as empresas fizerem movimentos genuínos para aplicar suas próprias avaliações da sustentabilidade de suas operações e investir algum dinheiro na melhoria de suas rotas e métodos de descarte de resíduos onde a sustentabilidade é considerada tênue ou não suficientemente implementada até o momento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Recursos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como o tratamento de resíduos e excedentes se tornou valioso sub sector da indústria e já produz uma importante cadeia de valor. Uma parte dos &lt;a href="https://acorus.pt/docs/composto-mineral-saibro" title="composto mineral de saibro e pó de pedra"&gt;compostos minerais&lt;/a&gt; usados na Acorus inclui a também chamada areia industrial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O portal &lt;a href="https://www.fundoambiental.pt/" title="Fundo Ambiental" target="_blank" rel="noopener"&gt;Fundo Ambiental&lt;/a&gt; reúne alguns recursos que poderão ajudar as empresas a gerir melhor os seus projectos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resíduos são um facto incontornável e um factor a considerar de tal modo que já se tornaram num importante sector da indústria da construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Considerando que os geradores de resíduos da construção civil devem ser responsáveis pelos resíduos das atividades de construção, reforma, reparos e demolições de estruturas e estradas, bem como por aqueles resultantes da remoção de vegetação e escavação de solos”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo os pequenos geradores, como aqueles que precisam fazer reformas domésticas, também são responsáveis pela destinação correta dos resíduos, para que o entulho não prolifere a geração de outros tipos de lixo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Portugal pode aceder a toda a legislação no Regime da gestão de resíduos de construção e demolição no &lt;a href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/decreto-lei/2008-34454475" title="Decreto-Lei n.º 46/2008" target="_blank" rel="noopener"&gt;Decreto-Lei n.º 46/2008&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O projeto Construção Circular é financiado pelo Programa Apoiar uma Nova Cultura Ambiental do Fundo Ambiental, estando enquadrado pelas várias áreas-chave da Estratégia Nacional de Educação Ambiental 2020 &lt;a href="https://www.fundoambiental.pt/ficheiros/enea-2020-pdf.aspx" title="Estratégia Nacional de Educação Ambiental" target="_blank" rel="noopener"&gt;ENEA 2020 (*.PDF)&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
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      <pubDate>Tue, 29 Nov 2022 15:36:47 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Salvar o Planeta com Feijões</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/salvar-o-planeta-com-feijoes</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/00971297cb67eb0118f1c49f2bdef987/bean-plant-seeds.jpg</image>
      <description>&lt;h2&gt;Alimentar a Humanidade&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Segundo o repórter científico Morgan McFall-Johnsen - Insider, os feijões, lentilhas, ervilhas, as nossas conhecidas leguminosas, podem ser uma esperança na alimentação mais sustentável da humanidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Essas plantas fazem algo especial que outras não conseguem. Ao contrário da maioria de suas congéneres verdes, as plantas do feijão e lentilha, podem absorver nitrogênio diretamente do ar” diz-nos Morgan McFall-Johnsen.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde há muito que os paisagistas acrecentam sementes de lupinus lupens, também conhecido como tremocilho, na sementeira de prados de herbáceas, para utilizar a capacidade destas leguminosas em azotarem o solo, e proporcionarem um crescimento auto sustentado destas culturas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da família das fabáceas, existem cerca de 150 espécies classificadas neste género e conhecidas como tremocilho (subgéneros Lupinus, e Platycarpos). A maioria destas espécies tem a propriedade de fixar azoto/nitrogênio nos solos, e muitas são utilizadas como fertilizante natural em zonas agrícolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Trabalhando com as bactérias nas suas raízes, as leguminosas extraem nitrogênio da atmosfera e transformam este em amônia. Essa é uma forma de nitrogênio que todas as plantas podem usar. As leguminosas injetam essa amônia no solo, permitindo que outras plantas se alimentem do seu próprio crescimento”, explica-nos ainda Morgan McFall-Johnsen.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Eles são essencialmente a fábrica de fertilizantes da natureza”, conta-nos Liz Carlisle, professora assistente de estudos ambientais da Universidade da Califórnia, em Santa Bárbara, e autora do livro “Lentil Underground”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As leguminosas são mais ecologicamente corretas do que os fertilizantes sintéticos, que exigem combustíveis fósseis para serem produzidos, lixiviam poluição perigosa nos cursos d’água e liberam o poderoso óxido nitroso do gás de efeito estufa na atmosfera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Feijões e lentilhas são alimentos ricos em proteínas com emissões muito menores do que a carne.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Our World Data, por exemplo, produzir 100 gramas de proteína de carne bovina emite quase 90 vezes mais carbono do que a mesma quantidade de proteína de feijões ou ervilhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Imaginem se os cientistas conseguissem convencer toda a humanidade (que consome carne) a substituirem os bifes que consomem num só dia por um prato de feijões ou lentilhas, num ano lançaríamos para a atomosfera o mesmo CO2 que hoje lançamos em 4 dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso significa que as leguminosas podem ser um poderoso recurso na construção de sistemas agrícolas mais sustentáveis e um importante contributo para salvar o planeta das ameaças climáticas, são mais saudáveis para as pessoas e o planeta agradece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informação em World Green Building Council  &lt;a href="https://worldgbc.org/" title="World Green Building Council" target="_blank" rel="noopener"&gt;https://worldgbc.org/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Flipboard: &lt;a href="https://flipboard.com/@acorus2023/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Ambiente e Construção&lt;/a&gt; | Climate Change &lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;
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      <pubDate>Tue, 22 Nov 2022 19:48:24 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Cinzas volantes e pozolanas para pavimento de saibro</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/pavimento-em-saibro-e-pozolanas</link>
      <image>https://acorus.pt/assets/img/galeria/bioparque-charneca-pombal.jpg</image>
      <description>&lt;p class="legenda-foto"&gt;Bioparque Urbano da Charneca – Pombal. Saibro Stabilfix. Foto: Jornal Terras de Sicó&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ligante pozolânico para pavimento de saibro&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O clínquer tradicional é produzido através do aquecimento de calcário, argila e outros materiais a altas temperaturas, o que liberta uma quantidade significativa de dióxido de carbono para a atmosfera.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando o calcário se transforma em cal, reage com a argila dentro do forno para formar o “clínquer”, com libertação de CO₂ (60% do processo total), que é então misturado com pequenas quantidades de gesso e moído num pó chamado cimento Portland comum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As pozolanas são usadas na produção de argamassas para construção, com comprovada eficiência. Com o tempo, as argamassas pozolânicas adquirem maior resistência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cinzas volantes, escória granulada de alto-forno moída, sílica ativa e pozolanas naturais como xisto calcinado, argila calcinada ou metacaulino são materiais que, pulverizados, produzem ligantes de alto poder de agregação. Estes apresentam diferenças importantes face ao cimento comum: melhor resistência ao sulfato, melhor resistência à reação com agregados alcalinos, menor calor de hidratação e maior resistência a longo prazo. As vantagens ambientais são significativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Os materiais pozolânicos, quando utilizados como suplemento nos concretos permeáveis, auxiliam no melhoramento de algumas características como aumento da resistência mecânica, maior durabilidade e resistência às condições agressivas, como ocorrências de congelamento e descongelamento, substâncias químicas, solos com altos teores de sulfato e água salgada.” (Ferguson, 2005)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na construção de pavimentos pozolânicos em saibro e pó de pedra, de forma mais ecológica e sem recurso massivo a químicos e polímeros do clínquer comum, pode usar-se um ligante pozolânico de alto poder reativo que produz uma superfície natural de elevada resistência para passeios, praças, logradouros e jardins.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Características da pozolana&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Fatores que afetam a atividade pozolânica:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1) Teor de SiO₂ + Al₂O₃ + Fe₂O₃. 2) Grau amorfo da estrutura (pozolanas devem ser amorfas). 3) Finura das partículas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atividade pozolânica aumenta com a finura das partículas. Cinzas vulcânicas, cinzas de casca de arroz e sílica ativa são naturalmente finas. Tufos vulcânicos e escória granulada de alto-forno necessitam de moagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A sílica é o óxido ativo mais importante e não deve ser inferior a 30% do total. O ligante Stabilfix, com altos valores de materiais pozolânicos, garante uma ligação forte ao material agregado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O teor de carbono deve ser o mais baixo possível (idealmente abaixo de 12%). Cinzas vegetais tendem a ter mais carbono, a menos que a combustão seja cuidadosamente controlada. Teores mais altos reduzem a resistência do ligante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/produtos/estabilizador-saibro" title="Ligante pozolânico para pavimento de saibro"&gt;Ligante pozolânico para pavimento de saibro&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Tipos de pozolana&lt;/h2&gt;
&lt;h3&gt;Argilas calcinadas&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;As argilas calcinadas foram as primeiras pozolanas usadas, na forma de tijolos rejeitados, telhas ou cerâmica. Este processo ainda é usado em muitos países (surkhi na Índia, homra no Egito, sémen merah na Indonésia).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As melhores argilas são as plásticas usadas em cerâmica. A temperatura ideal de calcinação situa-se entre 700 e 800 °C.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Cinza vulcânica&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Depósitos de cinzas vulcânicas são comuns em regiões com vulcanismo ativo. A reatividade varia conforme o depósito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Normalmente não requerem aquecimento adicional e, se já estiverem em pó, necessitam de pouca moagem. São exploradas comercialmente em vários países.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Cinzas de combustível pulverizadas (PFA)&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;As cinzas volantes (PFA) são hoje as pozolanas mais usadas. São resíduos da combustão de carvão em centrais térmicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já se encontram em pó fino e não requerem processamento adicional, embora tenham menor reatividade que outras pozolanas.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Cinzas de resíduos agrícolas&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Muitas cinzas vegetais têm alto teor de sílica e são adequadas como pozolanas. A casca de arroz é a mais promissora, produzindo cinzas com cerca de 90% de sílica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para elevada reatividade, devem ser queimadas abaixo de 700 °C; acima disso, a sílica torna-se cristalina e perde reatividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outros resíduos com potencial incluem palha de arroz e bagaço.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Outras pozolanas com menor atividade&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Incluem escória de xisto, diatomita e bauxita de alto-forno. Possuem baixo poder aglutinante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diatomita é altamente reativa, mas exige muita água devido à sua porosidade. Escória de alto-forno tem baixa reatividade pozolânica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição da pozolana&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Valores típicos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• Sílica + alumina + óxido de ferro: ≥ 70% • Outros óxidos (CaO, MgO, álcalis): ≤ 15% • Perda por ignição: ≤ 15%&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Padrões:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• TS 25 – Pozolanas naturais • TS 639 – Cinzas volantes • ASTM C618 – Pozolanas naturais e cinzas volantes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cinzas vulcânicas, tufos, cinzas volantes, sílica e fumaça são amorfos por natureza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Argilas não são pozolânicas devido à estrutura cristalina, mas tornam-se amorfas após tratamento térmico (700–900 °C). Argila queimada já possui propriedades pozolânicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escória de alto-forno torna-se amorfa quando resfriada rapidamente em água, adquirindo propriedades pozolânicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Aplicação de ligantes pozolânicos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A pozolana é amplamente usada para &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimento-saibro-estabilizado" title="Pavimentos de saibro"&gt;estabilizar pavimentos de saibro&lt;/a&gt;, sendo resistente a álcalis, sulfatos e salitres, aumentando a resistência com o tempo. Escolha um &lt;a href="https://acorus.pt/produtos/estabilizador-saibro" title="Ligante estabilizador pozolânico Stabilfix"&gt;ligante com forte atividade pozolânica&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Comparação com o clínquer OPC:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;• Melhor manuseamento • Melhor retenção de água / menor sangramento • Melhor resistência ao sulfato • Melhor resistência à reação com agregados alcalinos • Menor calor de hidratação • Maior resistência a longo prazo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Colabore com a sua opinião.&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 09 Nov 2022 18:02:01 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Consumo e Desperdício de Água</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/consumo-e-desperdicio-de-agua</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/0b74479100ba3deadb60e1fb7b658c94/consumo-desperdicio-agua.jpg</image>
      <description>&lt;h2&gt;Consumo e desperdício de água&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Da água captada, 70% destinam-se à agricultura e 30% ao consumo humano. Destes, apenas 20% chegam às torneiras dos portugueses; já na agricultura, o desperdício é de cerca de 50%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Significa que, em números redondos, 80% da água retirada para consumo residencial, industrial e agrícola é desperdiçada na rede.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há que acompanhar os resultados dos esforços de cada município para reduzir a situação. Alguns têm conseguido melhorias significativas; outros tinham pouco desperdício e pioraram, apesar dos esforços. Há ainda municípios que não forneceram dados à Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As &lt;strong&gt;fugas e o desperdício de água&lt;/strong&gt; sempre foram um problema nas grandes cidades. Quilómetros de canalização enterrada são difíceis de manter, sobretudo em vias movimentadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/water.jpg" style="width: 80%;" alt="Água um valioso recurso"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O líquido que hoje escorre abundantemente pelas torneiras pode tornar-se um produto caro e raro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Somente 8% da água doce mundial é usada no consumo doméstico. Cerca de 70% é destinada à agricultura e 22% à indústria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Portugal, são captados cerca de 8,2 mil milhões de litros de água para consumo humano, mas apenas 1,94 mil milhões chegam às torneiras (consumo doméstico e indústria). A agricultura, que consome 70%, fica fora destas contas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2020, 68 entidades responsáveis pelo fornecimento em 83 concelhos apresentaram elevadas perdas de água já tratada. O volume total de perdas aumentou para 174 milhões de metros cúbicos, correspondendo a 93,6 milhões de euros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;consumo de água&lt;/strong&gt; aumenta com a população. Hábitos e causas de desperdício devem ser analisados e corrigidos. Bacias e valas de retenção, bem como &lt;a href="https://acorus.pt/blog/jardins-de-chuva-o-futuro-do-desenho-urbano" title="jardins de chuva"&gt;jardins de chuva&lt;/a&gt;, ajudam a conservar este recurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os números baseiam-se no relatório da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://eur-lex.europa.eu/PT/legal-content/summary/good-quality-water-in-europe-eu-water-directive.html" title="Directivas Europeias sobre Gestão da Água"&gt;Directivas europeias&lt;/a&gt; e gestão sustentável da água da &lt;a href="https://apambiente.pt/dqa/index.html" title="Directivas Euripeia Gestão da Água" target="_blank" rel="noopener"&gt;APA - Associação Portuguesa do Ambiente&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Alguns números do consumo e desperdício de água das redes de abastecimento&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Distribuição da água no planeta (ano 2024): Oceanos – 97,50% Geleiras – 1,979% Águas subterrâneas – 0,514% Rios e lagos – 0,006% Atmosfera – 0,001%&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Portugal, são captados cerca de 8,2 mil milhões de litros de água para consumo humano, mas apenas 1,94 mil milhões chegam às torneiras. De fora ficam os 35% de perdas na agricultura, que consome cerca de 70% da água captada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cidade do Porto registou em 2023 o menor índice de desperdício de água na rede pública, resultado de ações de combate ao desperdício.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este resultado posiciona o município “entre as melhores entidades nacionais que menos desperdiçam água potável”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O índice de 13,28% corresponde a menos de metade da média nacional (27,1%), segundo a ERSAR. Em 2022, o Porto registou 13,4%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Países com menos água per capita: Kuait – 10 m³ Emirados Árabes Unidos – 58 m³ Bahamas – 94 m³ Qatar – 103 m³ Maldivas – 113 m³ Líbia – 118 m³ Arábia Saudita – 129 m³ Malta – 149 m³ Cingapura – 179 m³ Fonte: WWA / Unesco&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 06 Nov 2022 11:14:21 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Juntas no Piso Intertravado em Lage ou Cubo</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/o-piso-intertravado-e-permeavel</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/5b32358f7714cd09c287d9ac3927a521/interlocking-permeable-pav.jpg</image>
      <description>&lt;p class="legenda-foto"&gt;Foto: Pavimento de blocos&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Juntas largas permeáveis no piso intertravado em cubo, blocos ou laje&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cubos, lajes de pedra e blocos de cimento continuam a ser dos pisos mais utilizados na pavimentação de ruas. Estão no topo da resistência e longevidade para muitos tipos de mobilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se usados como antigamente, criam uma superfície impermeável, propensa ao escoamento superficial, com pouca ou nenhuma infiltração, falta de “respiração” do piso e desconforto térmico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os blocos ou cubos são aplicados sobre uma camada de areia e travados entre si por contenção lateral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A indústria percebeu que é possível aproveitar a resistência destes pavimentos e reduzir os aspetos negativos aumentando a largura das juntas entre as pedras. Ao preencher esses espaços com uma argamassa porosa permeável, obtém-se resistência, flexibilidade e permeabilidade — tanto maior quanto maior for a junta — preservando a estabilidade do pavimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses espaços porosos permitem maior infiltração de água, reduzem drasticamente o escoamento superficial e garantem a consistência necessária para que as pedras mantenham a mesma capacidade de esforço. Quanto maior o espaçamento da laje, cubo ou bloco, mais permeável será o pavimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, cidades em todo o mundo utilizam soluções construtivas que reduzem os efeitos nocivos da impermeabilização do solo causada pela construção intensiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em todos os setores da construção assistimos ao uso de soluções mais amigas do ambiente. Telhados verdes permitem criar espaços naturais em áreas densamente construídas, regulam a temperatura dos edifícios, reduzem o consumo de energia e absorvem água da chuva, diminuindo o risco de inundações e a sobrecarga dos sistemas de drenagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parques inundáveis e pantanais urbanos funcionam como esponjas naturais, absorvendo o excesso de água durante chuvas intensas e libertando-a gradualmente. Além de gerir águas pluviais, criam áreas de lazer, aumentam a biodiversidade e melhoram a qualidade ambiental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jardins e jardins de chuva utilizam plantas nativas e camadas de solo para filtrar poluentes e sedimentos antes que a água atinja os cursos naturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pisos e calçadas permeáveis são essenciais para permitir a infiltração da água no solo, recarregando os lençóis freáticos e reduzindo o escoamento superficial. Estas soluções integradas são vitais para criar cidades resilientes e sustentáveis.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Lajes de pedra com juntas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A utilização de juntas permeáveis estabelece uma nova referência no uso de lajes e cubos para &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimentos-exteriores#intertravado" title="juntas de pavimentos exteriores"&gt;pavimentos exteriores&lt;/a&gt;. É uma forma de construção mais ecológica, aumentando a infiltração de água no solo, criando padrões visuais e proporcionando conforto térmico e tátil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A lage de pedra, como material nobre, beneficia enormemente da aplicação com juntas largas, tornando o pavimento mais ecológico e confortável. Quando aplicada de forma compacta, com juntas pequenas e impermeáveis, perde grande parte destas vantagens.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Juntas de piso exterior em cubo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em granito, calcário ou basalto, o piso intertravado tipo “pavé” é resistente e funcional. Quando aplicado com juntas largas e preenchido com argamassa porosa em vez de areia ou cimento, torna-se mais permeável e ecológico, promovendo maior sustentabilidade. Veja as diferentes &lt;a href="https://acorus.pt/produtos/argamassas-hidraulicas-saibro-po-de-pedra" title="Argamassas permeáveis"&gt;argamassas&lt;/a&gt; que a Acorus disponibiliza para melhor acomodar o cubo ou bloco escolhido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Acorus desenvolve soluções de engenharia inovadoras e ecológicas, fornecendo produtos químicos, orgânicos e minerais de classe mundial para &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimento-permeavel" title="Pavimentos permeáveis"&gt;pavimentos permeáveis&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;
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      <pubDate>Wed, 02 Nov 2022 16:23:52 +0000</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Jardins de Chuva e Valas de Retenção da Água </title>
      <link>https://acorus.pt/blog/jardins-de-chuva-o-futuro-do-desenho-urbano</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/0f6beb2a3e787818ae8a638135e10f2b/jardins-de-chuva-jpg.jpg</image>
      <description>&lt;p class="legenda-foto"&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.worldfuturecouncil.org/sponge-cities-what-is-it-all-about/" target="_blank" rel="noopener"&gt;World Future Council – Sponge City&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Aproveitar a água da chuva&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Menos pavimento e mais espaços verdes ajudam a absorver água em vez de a canalizar rapidamente para os sistemas de drenagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma atmosfera mais quente contém mais humidade, sobrecarregando as nuvens e intensificando tempestades. Isso pode exceder a capacidade dos sistemas de esgoto existentes, provocando inundações severas como as que têm ocorrido em Zhengzhou, Seul, Colónia e Nova Iorque.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em resposta, urbanistas estão a projetar cidades para infiltrar e aproveitar a água da chuva o mais rápido possível, antes que esta se acumule. O jornalista Matt Simon, da revista Wired, explica que “se ainda não vive numa cidade esponja, não demorará”, destacando a urgência do tema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao criar espaços verdes e escavar bacias onde a água pode infiltrar-se nos aquíferos, as &lt;strong&gt;cidades esponja&lt;/strong&gt; transformam a chuva num recurso valioso. “Onde antes havia florestas, campos e pântanos que absorviam a chuva, estes foram pavimentados e substituídos por superfícies impermeáveis”, explica Michael Kiparsky, diretor do Instituto de Água Wheeler da Universidade da Califórnia, Berkeley.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Materiais impermeáveis como betão, asfalto e telhados canalizam a água para calhas e esgotos. “À medida que as cidades se tornam mais densas, impermeabilizam o solo e aumentam os impactos das alterações climáticas”, continua Kiparsky. Quando a capacidade das infraestruturas é ultrapassada, a água recua e os problemas agravam-se devido à falta de absorção natural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Matt Simon acrescenta que “uma polegada de chuva em uma hora é muito mais problemática do que a mesma quantidade distribuída ao longo de 24 horas”, pois sobrecarrega rapidamente a drenagem urbana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“O resumo é simples: tempestades mais intensas e mais frequentes”, afirma Tony Igwe, gestor de águas pluviais da Autoridade de Água e Esgoto de Pittsburgh.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma solução é construir zonas húmidas — “jardins de chuva” ou “valas vegetadas” — valas com relva e plantas que captam e infiltram a água no solo. Os engenheiros podem aumentar a capacidade de infiltração com módulos subterrâneos que criam espaço vazio para armazenar água.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Matt Simon, Pittsburgh está a usar pavimentos permeáveis feitos de blocos de betão com juntas preenchidas por pedra triturada, permitindo que a água infiltre entre eles. Este tipo de pavimento é útil em locais onde a vegetação não pode ser instalada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Onde a vegetação é possível, jardins de chuva captam a água que escorre das ruas. Outra opção são valas de retenção vegetadas, que recolhem e infiltram águas pluviais. Módulos subterrâneos aumentam ainda mais a capacidade de absorção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essas técnicas ajudam a enfrentar desafios como solos argilosos, que infiltram mal a água. “Temos solos muito argilosos, difíceis de infiltrar, então usamos solos projetados”, explica Beth Dutton, gestora de projetos de águas pluviais de Pittsburgh.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A topografia também importa: zonas propensas a deslizamentos não são adequadas para infraestrutura verde. Jardins de chuva devem ser instalados em áreas planas onde a água tende a acumular-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vegetação à beira da estrada filtra poluentes como partículas de pneus — microplásticos tóxicos que afetam ecossistemas como o salmão no estado de Washington. “A infraestrutura natural reduz a velocidade do escoamento e limpa a água”, diz Kiparsky.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Características das cidades esponja&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Com espaços verdes e grandes bacias de infiltração, as cidades esponja transformam a chuva num recurso a aproveitar, não num problema a descartar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/telhado-verde-alemanha.jpg" style="width: 80%;" alt="Telhados Verdes"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Escola de Finanças e Administração de Frankfurt&lt;br&gt;Foto: Frank Rumpenhorst/dpa/Picture-Alliance/AFP/Arquivo&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/blog/jardins-de-chuva-o-futuro-do-desenho-urbano"&gt;Parques alagáveis – Zonas húmidas – Jardins de chuva&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Telhados verdes&lt;br&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimentos-exteriores"&gt;Pavimentos e calçadas permeáveis&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Praças-piscina&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Los Angeles tem criado espaços verdes nas ruas e nas medianas para captar água da chuva, devido à escassez hídrica. Com tempestades mais intensas e menos frequentes, grandes reservatórios tornam-se essenciais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Antes, a cidade via as águas pluviais como um passivo”, diz Art Castro, gestor de bacias hidrográficas de Los Angeles. “Agora vemos a água como um ativo”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os novos espaços verdes alimentam tanques subterrâneos que armazenam água para uso futuro. O Terreno de Expansão de Tujunga, com 150 acres de bacias profundas, infiltra gradualmente a água da chuva e recarrega os aquíferos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Departamento de Água e Energia espera capturar 16.000 pés-acre de água por ano — suficiente para 64.000 famílias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como LA tem pouco espaço disponível, urbanistas usam soluções criativas como barragens de borracha infláveis que desviam água para estruturas subterrâneas sob parques.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra questão é o financiamento. Muitas cidades começam a cobrar taxas aos proprietários com grandes áreas impermeáveis. Pittsburgh implementou essa taxa em 2023; Los Angeles aprovou medida semelhante em 2018.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jardins de chuva com plantas nativas atraem polinizadores e reduzem o efeito de ilha de calor. Ao recarregar as águas subterrâneas, evitam a subsidência do solo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A infraestrutura natural usada para criar cidades esponja é uma abordagem multibenefício”, diz Kiparsky. “Faz muitas coisas que a infraestrutura tradicional não consegue fazer.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="https://www.wired.com/author/matt-simon/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Matt Simon – Wired Magazine&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Colabore com a sua opinião.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;
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      <pubDate>Sat, 29 Oct 2022 10:22:42 +0100</pubDate>
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      <title>Aproveitar a Água da Chuva nas Cidades</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/cidades-esponja-preparar-o-futuro</link>
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      <description>&lt;p class="legenda-foto"&gt;Fonte: &lt;a rel="external noopener" href="https://www.worldfuturecouncil.org/sponge-cities-what-is-it-all-about/" target="_blank"&gt;World Future Council – Sponge City&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2 itemprop="headline" style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 0.625rem; font-family: Raleway, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol'; font-weight: 300; line-height: 3.125rem; color: #909091; font-size: 2.488rem; background-color: #ffffff;"&gt;Reter a agua da chuva nas cidades&lt;/h2&gt;
&lt;div itemprop="articleBody" style="box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol'; background-color: #ffffff;"&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Menos pavimento e mais espaços verdes ajudam a absorver água em vez de afunilar tudo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Uma atmosfera mais quente contém mais humidade, sobrecarregando as nuvens em tempestades com cada vez mais água e mais força, pode sobrecarregar os sistemas de esgoto construídos existentes. Assim, temos as inundações bíblicas que vem afogando as cidades ao redor do mundo, de Zhengzhou, Seul, Colônia a Nova York.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Em resposta, os urbanistas estão a projectar cidades para infiltrar e aproveitar a água o mais rápido possível antes que ela tenha a chance de se acumular. Para perceber os contornos desta emergência, o jornalista norte-americano, especializado em questões ambientais, Matt Simon, publica no seu artigo na revista Wired: “Se ainda não vive numa cidade esponja não demorará”, dá-nos uma escala e uma abordagem permente deste assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Ao implantar espaços verdes sedentos e ao cavar enormes bacias de terra onde a água pode se reunir e percolar em aquíferos subjacentes, as &lt;span style="box-sizing: border-box; font-weight: bolder;"&gt;cidades esponja&lt;/span&gt; estão a fazer da chuva um recurso a ser explorado em vez de desperdiçado, explica Simon.&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;“Onde antes havia florestas, campos e pântanos que absorviam a chuva, estes foram pavimentados e substituídos por superfícies que não absorvem a chuva”, diz Michael Kiparsky, diretor do Instituto de Água wheeler da Universidade da Califórnia, Berkeley.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Materiais duros, impermeaveis, como calçadas de concreto, estradas asfálticas e telhados, que afunilam o escoamento em calhas, bueiros e esgotos. “As cidades mais densas são desenvolvidas, a custa de impermeabilizar a superfície do solo, e aumentar os impactos das mudanças climáticas”, continua Kiparsky. “Uma vez que a capacidade dessas estruturas é ultrapassada, então a água começa a recuar, e seus problemas são exacerbados devido à falta de absorção natural de grandes áreas de solo e vegetação.”&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;E acrescenta Matt Simon: “Os projetistas de Sponge City também os usam como uma ferramenta para gerenciar tempestades cada vez mais furiosas. Uma polegada de chuva despejada ao longo de uma hora é mais provável que sobrecarregue a infraestrutura de águas pluviais do que a mesma polegada de água caindo ao longo de 24 horas — um problema para lugares como em Pittsburgh, Pensilvânia, onde as tempestades ficaram significativamente mais úmidas ao longo do último meio século”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;“O longo e curto disso é mais intenso e mais frequente”, diz Tony Igwe, gerente sênior de águas pluviais da Autoridade de Água e Esgoto de Pittsburgh, que está a esponjar a cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Outra opção é construir zonas húmidas o que é chamado de “jardim de chuva” ou “valas vegetadas” que são essencialmente valas cheias de relva, grama e outras plantas que coletam águas pluviais e ajudam a infiltrar esta no solo. Os engenheiros podem expandir mais a capacidade absorvente de água de um espaço verde com módulos especiais que se parecem com caixas de leito, que fornecem espaço vazio no subsolo para receber a água da chuva.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;De acordo com Matt Simon uma das maneiras de Pittsburgh enfrentar essa nova realidade “é com uma superfície mais permeável feita de tijolos de concreto. O truque é que os pequenos espaços entre os blocos estão cheias de pedra esmagada, o que permite que a água escorre entre eles. Este tipo de pavimento pode ser implantado onde a vegetação não pode, como becos e pistas de estacionamento”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Mas onde a vegetação pode ir, Pittsburgh e outras cidades também estão a implantar o jardim da chuva, um simples terreno de vegetação em uma propriedade ou beira de estrada que captura água lavada da rua.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Outra opção é construir o que é chamado de vales vegetados que são essencialmente valas cheias de grama e outras plantas que coletam águas pluviais e ajudam a infiltrar esta no solo. Os engenheiros podem expandir ainda mais os poderes absorventes de água de um espaço verde com módulos especiais que se parecem com caixas de leito, que fornecem espaço vazio no subsolo para receber a água da chuva.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Essas técnicas estão a ajudar a Autoridade de Água e Esgoto de Pittsburgh a enfrentar um desafio: alguns solos absorvem água melhor do que outros. “Temos solos muito barro e y, que são difíceis de infiltrar, então temos que projetar especialmente nossa infraestrutura verde para usar o que é chamado de solos projetados”, diz Beth Dutton, gerente sênior de projetos de águas pluviais da agência.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Esses solos têm proporções particulares de materiais adicionados como areia, que absorvem mais facilmente água do que argila, esclerece Simon. A topografia também importa. “Também somos muito propensos a deslizamentos de terra na área de Pittsburgh, de modo que também limita onde podemos colocar nossa infraestrutura verde”, diz Dutton.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Isso significa instalar jardins de chuva em lugares bastante planos onde a água é mais provável de acumular de qualquer maneira.&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;A vegetação à beira da estrada tem o benefício adicional de filtrar poluentes como partículas de pneus, que na verdade são microplásticos carregados com tóxicos que está a matar o salmão no estado de Washington e inundar a Baía de São Francisco. “A infraestrutura natural, como as faixas vegetadas, pode não apenas diminuir a hidrologia — ou seja, reduzir a velocidade com que esse escoamento se acumula nesses sistemas naturais — também pode limpar ativamente a água”, diz Kiparsky.&lt;/p&gt;
&lt;h2 style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 0.625rem; font-family: Raleway, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol'; font-weight: 200; line-height: 2.5rem; color: #909091; font-size: 2rem; text-transform: uppercase;"&gt;CARACTERÍSTICAS DAS CIDADES ESPONJA&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Espaços verdes sedentos e ao cavar enormes bacias de terra onde a água pode se reunir e percolar em aquíferos subjacentes, as &lt;span style="box-sizing: border-box; font-weight: bolder;"&gt;cidades esponja&lt;/span&gt; estão a fazer da chuva um recurso a ser explorado em vez de desperdiçado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/telhado-verde-alemanha.jpg" width="450" alt="Telhados Verdes"&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Fonte: Researchgate – Journal of Hydrology – Shenzhen, southern China&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/blog/jardins-de-chuva-o-futuro-do-desenho-urbano" style="box-sizing: border-box; color: #007bff; background-color: transparent;"&gt;Parques alagáveis – Zonas húmidas – Jardins de chuva.&lt;/a&gt;&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Telhados verdes&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimentos-exteriores" style="box-sizing: border-box; color: #007bff; background-color: transparent;"&gt;Pavimentos e calçadas permeáveis.&lt;/a&gt;&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Praças-piscina&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Durante anos, Los Angeles vem a implar espaços verdes especialmente projetados nas estradas e ao longo das medianas por uma razão diferente: não tem água suficiente. Mudanças climáticas significam que, como a Costa Leste, o sul da Califórnia verá tempestades mais intensas, excepto que virão com menos frequência.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Como nos explica Matt Simon, isso significa que grandes reservatórios de água se tornarão mais valiosos — e se a cidade puder encontrar uma maneira de capturá-los, eles podem aliviar sua dependência da água importada do norte da Califórnia e do rio Colorado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;“Antes, a cidade via as águas pluviais como um passivo”, diz Art Castro, gerente de gestão de bacias hidrográficas do Departamento de Água e Energia de Los Angeles. “Seria um empecilho, seria uma questão de inundação, criaria erosão”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;“Então, há 11, 12 anos atrás, tivemos uma mudança de paradigma, e começamos a olhar mais para a água como um ativo”. Para isso, os novos espaços verdes de L.A. alimentam tanques de água subterrâneos para a cidade explorar mais tarde. O distrito de água também concluiu recentemente uma melhoria do Terreno de Expansão de Tujunga. (*) de 150 acres de bacias gigantes que estão em média 20 metros de profundidade. As águas pluviais são canalizadas, e gradualmente se infiltram no solo e recarregam as águas subterrâneas locais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;O Departamento de Água e Energia de Los Angeles espera que os campos de expansão capturem 16.000 pés de água da chuva por ano, o suficiente para alimentar 64.000 famílias. (“Pé-acre” significa a quantidade de água que espalharia um pé de profundidade sobre um acre de terra.) Claro, Los Angeles não é exatamente conhecida por sua abundância de espaços abertos, então não é como se o distrito de água pudesse construir áreas de espalhamento por toda parte.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Em vez disso, os urbanistas estão a ficar mais criativos sobre o uso dos espaços verdes que LA já tem, experimentando com barragens de borracha infláveis que podem canalizar a água da chuva em estruturas de concreto sob parques existentes. Esses contêineres possuem fundos permeáveis que permitem que a água escorra, evitando inundações na comunidade circundante e capturando um recurso precioso.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Há também a questão de financiar as despesas de construção e imóveis necessárias para realizar uma cidade esponja. Um número crescente de cidades está a começar a cobrar dos proprietários os custos de lidar com o escoamento das águas pluviais. Uma agência de água usará imagens aéreas para mapear todas as superfícies impermeáveis em toda a cidade — se você tem um monte dele em sua propriedade, é cobrada uma taxa mais alta para a água da chuva que está a desperdiçar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Pittsburgh implementou tal taxa em janeiro, e em 2018 Los Angeles aprovou uma medida que criou um imposto semelhante. Esse dinheiro vai para a adaptação da infraestrutura de águas pluviais existentes e para a construção de projetos esponjosos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Um jardim de chuva repleto de plantas nativas atrai polinizadores como abelhas, que ajudam a fertilizar as plantas produtoras de alimentos. Quando está quente, os espaços verdes “suam” e a água evapora, volta para o ar, mitigando o efeito da ilha de calor que mantém as cidades significativamente mais quentes do que as áreas rurais circundantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Assim vai recarregando as águas subterrâneas em vez de a escor em demasia, as cidades podem impedir que o seu solo afunde e desmorone como uma garrafa de plástico vazia, um fenômeno conhecido como subvenção da terra.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;“A parte mais interessante sobre a infraestrutura natural usada para criar cidades esponjas é o fato de ser uma abordagem multi-benefício”, diz Kiparsky. “Ele faz muitas, muitas coisas — e faz muitas coisas que a infraestrutura tradicional simplesmente não pode fazer.”&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/solo-sem-escoamento.jpg" width="450" height="300" alt="Solos sem escoamento"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr style="box-sizing: content-box; height: 0px; overflow: visible; margin-top: 1.25rem; margin-bottom: 1.25rem; border-right: 0px; border-bottom: 0px; border-left: 0px; border-image: initial; border-top-style: solid; border-top-color: rgba(0, 0, 0, 0.1);"&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;a rel="external noopener" href="https://www.wired.com/author/matt-simon/" target="_blank" style="box-sizing: border-box; color: #007bff; background-color: transparent;"&gt;Matt Simon &lt;wired magazine="" style="box-sizing: border-box;"&gt;&lt;/wired&gt;&lt;/a&gt;é jornalista científico na &lt;span class="caps" style="box-sizing: border-box;"&gt;WIRED&lt;/span&gt;, onde cobre biologia, robótica, cannabis e meio ambiente. Ele também é o autor de Plight of the Living Dead: What Real-Life Zombies Reveal About Our World — And Ourselves, and The Wasp That Brainwashed the Caterpillar, que ganhou um Prêmio Alex.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Colabore com a sua opinião.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="IDCommentsPostTitle" style="display: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p class="legenda-foto"&gt;Escola de Finanças e Administração de Frankfurt. Foto: Frank Rumpenhorst/dpa/Picture-Alliance/AFP/Arquivo&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 28 Oct 2022 18:14:22 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Índice de permeabilidade do pavimento</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/indice-de-permeabilidade-do-pavimento</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/baa808bba881d290737ada4b674b4fc2/inundacao-solo-sem-permeabilidade.jpg</image>
      <description>&lt;p class="legenda-foto"&gt;FOTO: CLAUDIA MATOS &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A permeabilidade do pavimento é a capacidade de infiltração que a camada superficial possui e o pequeno escorrimento que esta pernite das águas superficiais, permitindo que se infiltrem por todo o lado e não sejam encaminhadas superficialmente, mas antes infiltradas para o leito do pavimento e aí proporcionadas bacias de recepção para permitir a infiltração no terreno mais compactado mais demorado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja as diferenças entre os conceitos, de escorrimento superficial, indíce de permeabilidade, capacidade de infiltração da água no solo, escoamento, ou alagamento, porque são importantes cada um e no genérico e como podemos avaliar a situação onde nos importamos de decidir.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;iframe width="600" height="340" src="https://acorus.pt/docs/aquastone-permeab.mp4" title="vídeo teste permeabilidade" alt="vídeo teste permeabilidade" sandbox=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Evita o escoamento superficial da água, garantindo que seja infiltrada no solo ou enviada através de sistemas internos de drenagem. São definidos por possuírem espaços livres na sua estrutura por onde a água pode atravessar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São considerados um dos sistemas de drenagem urbana mais sustentável pois controlam o volume de água da chuva e ainda promovem uma melhoria na qualidade da água.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobretudo nas áreas que não possuam pendente que superior a 1,5 – 2%, a base do pavimento é considerada fundamental para o funcionamento da função drenante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/preparar-base-drenante.webp" alt="Base drenante do pavimento" style="width: 80%;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para funcionamento da drenagem, o pavimento, necessita estar assente sobre uma base drenante. Deve ser porosa, feita com materiais como brita, gravilha ou areia que melhorem a infiltração da água.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estrutura que vem abaixo do &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimento-drenante" title="Pavimentos drenantes"&gt;pavimento drenante&lt;/a&gt; deve funcionar como reservatório e permitir que a camada superficial transite a água para o solo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Medir a capacidade de infiltração de água no pavimento&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O pavimento deve permitir a passagem rápida da água evitando assim que ela escorra superficialmente ou forme poças, garantindo que a água superficial seja infiltrada num intervalo de tempo compatível com a chuva no local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A água infiltrada fica então armazenada na base da estrutura do pavimento até escoar, funcionando como uma caixa de recepção. A principal característica desse sistema é a redução do escoamento superficial que é o fase do ciclo hidrológico mais importante, uma vez que está ligada ao aproveitamento da água superficial e à proteção contra os fenômenos provocados pelo seu deslocamento (erosão do solo, inundações, etc.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os valores de coeficiente de escoamento superficial variam de 0,95 para uma área de edificação muito densa ou grandes áreas impermeabilizadas, para coeficientes de escoamento superficial de 0,05 em áreas pouco edificadas e arborizadas. Significa que apenas 5% da água vai gerar escoamento superficial, o restante vai ser infiltrado pelo solo ou ficar retido em depressões e na própria vegetação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pavimento permeável pode apresentar coeficientes de escoamento superficial inferiores a 0,05 e ainda assim, mantém seca a área do local pavimentada, devido a capacidade de infiltração da água no solo. O objetivo de utilizar pavimentos permeáveis é justamente reduzir o volume do escoamento superficial. Na prática, uma área com pavimentação permeável bem dimensionada acaba apresentando desempenho até mesmo superior a uma área com vegetação, caso esta já tenha parte do solo compactado. Esta afirmação é corroborada por estudos que demonstram que nem sempre áreas livres de pavimentação apresentam coeficientes na faixa de 0,05 a 0,20, pois o solo compactado e a ausência de depressões e vegetação aumentam a deslocação da água a superfície.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na tabela abaixo estão descritos os coeficientes típicos de escoamento superficial obtidos neste ensaio através da relação entre a chuva total e o volume total de água escoado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto maior a capacidade de infiltração do pavimento menor o coeficiente de escoamento superficial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Estimativa do índice de permeabilidade e coeficiente de escoamento superficial dos tipos de pavimento&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O pavimento intertravado depende da largura das juntas e da capacidade de drenagem das mesmas. Os seus valores variam muito consoante estes factores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se constituído por geocélulas, grelhas de enrelvamento, matrix em geosintéticos, comporta-se de acordo com o material de enchimento. Com brita solta tem alto coeficiente de infiltração, se preenchido com terra e relva a capacidade de infiltração pode ser bastante reduzido apesar do efeito das raízes melhorar a porosidade do solo. Ambos mantém o solo permeável ao ar e água.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resultados apresentados pelo solo compactado ressaltam que é errado considerar uma superfície não pavimentada como uma área permeável. Quanto mais alto o coeficiente de escoamento superficial, menor é o coeficiente de permeabilidade do pavimento, pois se escoa muita água à superfície é porque menos se infiltra neste.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo demonstra que o importante não é apenas o tipo de revestimento adotado, mas as condições de infiltração do terreno. Por outro lado, os pavimentos permeáveis grelhas de enrelvamento se preenchidas com materiais finos compactados (terra e relva) apresentam valores próximos ao solo compactado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A forma correta de avaliar o desempenho de um pavimento permeável é medindo a velocidade de infiltração de um volume conhecido de água, ou seja, determinando-se o seu coeficiente de permeabilidade, indica a velocidade de infiltração de água no solo, referida em m/s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;CAPACIDADE DE ABSORÇÃO NATURAL DO SOLO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os valores de referência da estrutura do pavimento permeável baseiam-se em estudos da permeabilidade natural dos solos. Na tabela abaixo encontram-se os valores de referência para coeficientes de permeabilidade de pavimentos e solos (Terzagui &amp;amp; Peck). Nas faixas de alta e média permeabilidade a água infiltra-se com facilidade, fora destas faixas o tempo de infiltração será bem maior e inadequado para superfícies consideradas permeáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De maneira análoga, podemos utilizar o coeficiente de permeabilidade para avaliar os pavimentos permeáveis, considerando-se como valor mínimo o valor de 10-5 m/s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;TAXA DE PERMEABILIDADE DO SOLO&lt;/p&gt;
&lt;table class="tg" style="border-spacing: 0px; color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol'; background-color: #ffffff;"&gt;
&lt;thead style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;tr style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;th class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; text-align: inherit; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Tipo de solo&lt;/th&gt;
&lt;th class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; text-align: inherit; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Coeficiente de&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;permeabilidade (m/s)&lt;/th&gt;
&lt;th class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; text-align: inherit; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; font-weight: normal; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Grau permeabilidade&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;tr style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Brita&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;&amp;gt; 103&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Alto&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Areia e areia fina&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;103 a 105&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Alto&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Areia, areia suja, silte arenoso&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;105 a 107&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Baixo&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Silte, silte argiloso&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;107 a 109&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Muito baixo&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr style="box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Argila&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;&amp;lt; 109&lt;/td&gt;
&lt;td class="tg-0lax" style="box-sizing: border-box; font-size: 14px; font-family: Arial, sans-serif; overflow: hidden; padding: 10px 5px; word-break: normal; border: 1px solid black;"&gt;Praticamente Impermeável&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;COMO DETERMINAR O COEFICIENTE DE PERMEABILIDADE DO PAVIMENTO.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a avaliação do coeficiente de permeabilidade de pavimentos permeáveis já executados recomenda-se o método de ensaio baseado na ASTM C 1701 – Standard Test Method for Infiltration Rate of In Place Pervious Concrete ou método de ensaio in situ para determinação de coeficiente de permeabilidade do pavimento. Pode efectuar um teste simples de realizar que dará uma avaliação da capacidade permeável do pavimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;VALORES DE REFERÊNCIA&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;m/s&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Solos permeáveis: Muito alta &amp;gt; 103 Alta 103 à 105Baixa 105 à 10&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Solos impermeáveis: Muito baixa 107 à 10-9 Baixíssima &amp;lt; 109&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O revestimento do solo com pavimentos de alta e média permeabilidade em gravilha com resinas sintéticas ou saibro e outros minerais, são soluções eficazes para manter a sustentabilidade do ciclo da água na edificação urbana. O betão e o asfalto também podem ser empregues em preparados permeáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O coeficiente de permeabilidade indica a velocidade de percolação de água no solo, normalmente referida em m/s. Valores típicos de coeficiente de coeficiente de permeabilidade para solos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja alguns tipos de &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimento-permeavel" title="Pavimentos permeáveis de exterior"&gt;pavimentos permeáveis&lt;/a&gt; de exterior que pode escolher mais adequado para a funcionalidade que pretende.&lt;/p&gt;
&lt;div id="disqus_thread"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;
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      <pubDate>Sun, 25 Sep 2022 21:02:36 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Aglutinantes e Fixadores Orgânicos na Construção</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/aglutinantes-e-fixadores-organicos-na-construcao</link>
      <image>https://acorus.pt/assets/img/aglutinantes-fixadores-organicos-nature.jpg</image>
      <description>&lt;h2&gt;O que são aglutinantes orgânicos?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Um aglutinante orgânico refere-se a uma substância de origem vegetal ou animal capaz de atrair e manter juntos vários materiais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aglutinantes e ligantes orgânicos&lt;/strong&gt; consistem em colas de origem animal e vegetal. Embora sejam usados sobretudo nas indústrias alimentar e cosmética, também têm aplicação no vidro, cerâmica e construção. Substâncias como shellac, ceras, gomas naturais, resinas naturais, cristais de mentol e zeína servem como emulsionantes, estabilizantes, espessantes e agentes gelificantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os ligantes orgânicos são usados em engobes e esmaltes para garantir aderência à cerâmica, como agentes de vitrificação ou revestimento do vidro. Também são utilizados na pelotização e na produção de briquetes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No geral, garantem que o aglomerado atinja as propriedades desejadas, melhorando e potenciando as características geológicas do produto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Formam uma argamassa através das propriedades de coesão e adesão de produtos vegetais ou animais, isoladamente ou combinados com outros materiais, produzindo compostos morfológica e quimicamente modificados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://acorus.pt/produtos/ligantes-aglomerantes-aditivos" title="Ligantes, aglomerantes e fixadores para construção"&gt;Ligantes, aglomerantes e fixadores&lt;/a&gt; para a indústria da construção civil e pavimentação.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;O que são fixadores de construção?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como o nome indica, os fixadores de construção ajudam a agregar materiais, de forma temporária ou permanente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;O que sabemos sobre aglutinantes e fixadores de solo?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Materiais orgânicos podem atuar como elementos aglutinantes em solos e pavimentos que necessitam de coesão permanente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/galeria/fixador-mineral-organico.webp" style="width: 80%;" title="Aglutinante Groundstab" alt="Aglutinantes e fixadores orgânicos"&gt;&lt;br&gt;Ecovia do Tua – Mirandela – Portugal&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Substâncias orgânicas sofrem oxidação e ação bacteriana, mas também reagem com o solo, alterando propriedades físicas e químicas para melhorar a estrutura e formar compostos modificados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os estabilizadores orgânicos de solo alteram as propriedades físicas e químicas do solo para melhorar a sua qualidade geral. Cada estabilizador tem uma função específica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aglutinantes e fixadores unem partículas do solo, aumentando a resistência à erosão causada pela água, vento e tráfego.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, facilitam a compactação das partículas, transformando solo solto num agregado adequado para pavimentação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Melhoram a resistência ao cisalhamento, controlam encolhimento e dilatação e aumentam a capacidade de carga do solo, tornando-o apto para as funções pretendidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os aglutinantes orgânicos, fixadores de construção e estabilizadores de solo são usados sempre que é necessário reforçar o solo ou pavimentar de forma durável, sem recorrer a materiais que deixem resíduos após a sua vida útil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usar um fixador orgânico como Groundstab combinado com saibro, granito decomposto ou pó de pedra permite construir ou manter caminhos e parques, garantindo uma estrutura durável, resistente à erosão, com inibição de incrustação e elasticidade que favorece a autorreparação — tudo com materiais orgânicos e minerais do próprio solo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É particularmente adequado para aplicações exigentes, como caminhos sujeitos à erosão ou zonas de declive. O aglutinante solidifica os agregados, protege contra biodegradação e garante a estabilidade do solo a longo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Duro mas flexível, permeável à água, produz um caminho agradável, de fácil instalação, com poeira reduzida, antiderrapante, resistente e de vida útil ilimitada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O fixador e o substrato projetados atingem um índice de permeabilidade de 50 a 60%, muito acima do saibro simples, que apresenta cerca de metade desse valor, tornando este pavimento uma estrutura permeável valiosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O planeta exige uma mudança de paradigma com o uso de materiais de construção que atendam aos padrões e necessidades da construção sustentável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja este e outros produtos &lt;a href="https://acorus.pt/produtos/fixadores-estabilizadores-de-solo" title="Fixadores hidráulicos"&gt;fixadores e aglutinantes&lt;/a&gt; para construção.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;
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&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;&lt;span id="IDCommentsPostTitle" style="display: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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      <pubDate>Thu, 25 Aug 2022 13:15:58 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Teste de Permeabilidade</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/teste-de-permeabilidade-do-pavimento</link>
      <image>https://acorus.pt/assets/img/equa%C3%A7%C3%A3o-coeficiente-permeabilidade.webp</image>
      <description>&lt;h2&gt;Teste de permeabilidade&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Publicado&lt;/strong&gt; &lt;time datetime="2021-07-02T17:11:14+0000"&gt;jul 2, 18:11&lt;/time&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Comentários&lt;/strong&gt; &lt;a href="https://acorus.pt/blog/teste-de-permeabilidade-do-pavimento#comments-head" title="Ver"&gt;0&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para avaliar e determinar o coeficiente de permeabilidade da superfície e a capacidade de infiltração da água no solo dos pavimentos permeáveis já executados, recomenda-se o método de ensaio baseado na ASTM C 1701 – &lt;a href="https://store.astm.org/c1701_c1701m-17a.html" target="_blank" rel="noopener"&gt;Standard Test Method for Infiltration Rate of In Place Pervious Concrete&lt;/a&gt;, ou método de ensaio in situ para determinação do coeficiente de permeabilidade do pavimento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Determinar o coeficiente de permeabilidade do pavimento e a capacidade de infiltração da água&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O ensaio utiliza um recipiente de recolha vazado com diâmetro de 30 cm e altura mínima de 20 cm, que deve ser posicionado na superfície do pavimento permeável. As laterais do recipiente são vedadas com massa de calafetar para evitar perda de água. O método pode ser utilizado para todos os tipos de pavimentos permeáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inicialmente, o pavimento é pré-molhado. Tanto na pré-molhagem como durante o ensaio, o volume de água deve ser adicionado ao cilindro mantendo um fluxo constante. Para isso, a altura da água dentro do cilindro deve ser mantida entre 10 cm e 15 cm.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O coeficiente de permeabilidade é obtido através da &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lei_de_Darcy" title="Lei de Darcy"&gt;Lei de Darcy&lt;/a&gt; segundo a equação:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/graphics/equação-coeficiente-permeabilidade.webp" alt="Coeficiente de infiltração" style="width: 80%;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;onde:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;i = coeficiente de infiltração (mm/h);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;M = massa de água infiltrada (kg);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;D = diâmetro interno do cilindro (mm);&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;t = intervalo de tempo entre a adição da água e o seu desaparecimento da superfície;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;K = constante: 4.583.666.000;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O método também pode ser utilizado para aprovação do pavimento após a sua execução e ao longo da sua utilização, permitindo definir a necessidade de limpeza e manutenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Teste:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/teste-permeabilidade.jpg" style="width: 80%;" alt="Teste de permeabilidade em pavimento"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Acionar o cronómetro quando a água atingir o pavimento&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Manter o mesmo nível de água durante o ensaio&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Parar o cronómetro quando toda a água escoar&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Dessa forma, determina-se o coeficiente de permeabilidade do pavimento acabado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Valores de coeficiente de &lt;a href="https://acorus.pt/blog/indice-de-permeabilidade-do-pavimento" title="Taxa de permeabilidade"&gt;permeabilidade acima de 10&lt;sup&gt;-5&lt;/sup&gt; m/s&lt;/a&gt; atestam que o pavimento irá funcionar de forma adequada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os agregados utilizados na base do pavimento permeável devem respeitar as distribuições granulométricas indicadas para a camada superficial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja os tipos mais comuns de &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimento-permeavel" title="Pavimentos permeáveis Acorus"&gt;pavimentos permeáveis&lt;/a&gt; de exterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;
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&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span id="IDCommentsPostTitle" style="display: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;
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      <pubDate>Sat, 02 Jul 2022 18:11:40 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Desenho e Construção de Ciclovias Urbanas </title>
      <link>https://acorus.pt/blog/ciclovias-para-melhorar-a-mobilidade</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/51d1eeeab3279b64e5a2c8167adc43f0/desenho-pavimento-parques-ruas-webp.webp</image>
      <description>&lt;h2 itemprop="headline"&gt;Ciclovias urbanas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Melhorar a mobilidade urbana&lt;/p&gt;
&lt;div itemprop="articleBody"&gt;
&lt;p&gt;A &lt;span class="caps"&gt;NACTO&lt;/span&gt; (National Association of City Transportation Officials) vê os departamentos de transporte das metrópoles como parceiros eficazes e necessários nos esforços para o transporte regional e nacional e promove seus interesses em tomadas de decisões federais. A organização facilita o intercâmbio de ideias, percepções e boas práticas entre grandes cidades e, ao mesmo tempo, promove uma abordagem cooperativa para assuntos essenciais enfrentados por cidades e áreas metropolitanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;As ciclovias são uma das formas mais eficazes de mobilidade nas cidades.&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma ciclovia de 2 sentidos com 3 metros de largura pode mover 10 vezes mais pessoas do que uma via para veículos motorizados. Ou seja, entre 6.500 e 7.500 pessoas por hora, em comparação com apenas 600–1600 pessoas por hora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href="https://globaldesigningcities.org/publication/global-street-design-guide/" title="GDCI" target="_blank" rel="noopener"&gt;Global Design Cities Initiative&lt;/a&gt; – &lt;span class="caps"&gt;GCDI&lt;/span&gt; incentiva o intercâmbio de ideias para auxiliar uma variedade de parceiros a projetar ruas para promover saúde e segurança pública, qualidade de vida, mobilidade multimodal, desenvolvimento econômico, sustentabilidade ambiental e equidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="https://www.google.com/maps/d/embed?mid=1Y2iVBbmTKicKoBnusL5b-qoOq48&amp;amp;ehbc=2E312F" width="640" height="480" sandbox=""&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte &lt;span class="caps"&gt;GDCI&lt;/span&gt; Publicado em 2019-08-04 06:04:07&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;África do Sul Cidade do Cabo Alemanha Berlin Karlsruhe Argentina Buenos Aires Austrália Gosford Melbourne Sydney Estado de Victoria Azerbaijão Baku Brasil Fortaleza Porto Alegre Rio de Janeiro São Paulo Canadá Toronto Winnipeg China Beijing Xangai Colômbia Bogotá Medellín Coreia do Sul Daegu Seul Dinamarca Copenhagen Equador Quito Escócia Glasgow Estados Unidos Baltimore Boston Connecticut Madison Malden Nova York Portland São Francisco Seattle Washington, DC Etiópia Adis Abeba Finlândia Helsinki Gana Acra Geórgia Tbilisi Grécia Atenas Haiti Cité Soleil Holanda Delft Roterdã Índia Ahmedabad Bangalore Chennai Mumbai Nova Déli Indonésia Bandung Inglaterra Ashford Londres Israel Jerusalém Kosovo Pristina Laos Vientiane México Cidade do México Monterrey Puebla Moldávia Chisinau Nova Zelândia Auckland Christchurch Wellington Peru Lima Quênia Nairóbi Quirguistão Bisqueque Rússia Moscou Singapura Singapura Suécia Gotemburgo Suíça Genebra Turquia Istambul Vietnã Cidade de Ho Chi Minh Zâmbia Kalumbila.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Melhorar a mobilidade urbana&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A construção e pavimentação ecológica de avenidas, praças, parques e ciclovias melhora a mobilidade e é um factor de sustentabilidade na vida das cidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em parceria com a National Association of City Transportation Officials (&lt;span class="caps"&gt;NACTO&lt;/span&gt;) e trabalhando com a Global Expert Network, a &lt;span class="caps"&gt;GDCI&lt;/span&gt; está empenhada em compartilhar as boas práticas da indústria, facilitando a mentoria entre parceiros e estimulando a comunicação constante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;span class="caps"&gt;GDCI&lt;/span&gt; acredita que, trabalhando em conjunto, as cidades podem minimizar a perda de tempo e dinheiro, compartilhar aprendizados, intensificar a aplicação de boas práticas e atingir com mais eficácia suas metas e objetivos políticos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como uma coalizão entre departamentos de transporte municipais, a &lt;a href="https://nacto.org/publication/urban-bikeway-design-guide/" title="National Association of City Transportation Officials" target="_blank" rel="noopener"&gt;NACTO&lt;/a&gt; – &lt;span class="caps"&gt;GCDI&lt;/span&gt; compromete-se com o fortalecimento de práticas de alto nível para projetos de ruas e de transporte ao desenvolver uma perspectiva comum, compartilhar dados, promover o intercâmbio entre parceiros em workshops e conferências, e a comunicação constante entre as cidades-membro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Praças, parques e vias de Buenos Aires a Bangalore tornaram-se vitrines para novos desenhos que colocam as pessoas em primeiro lugar e transformam as vias em locais seguros, atraentes e economicamente vibrantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inspirado pelo trabalho de 70 cidades em 40 países e seis continentes, este guia marca o próximo passo em direção à mudança da velha hierarquia viária, com projetos que salvam vidas, priorizam as pessoas e o transporte coletivo, refletem as comunidades distintas e servem melhor a todos nas ruas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O contributo da utilização de materiais e métodos aperfeiçoados e sustentáveis na pavimentação de ruas, percursos e ciclovias para a qualidade de vida nas cidades e do nosso futuro. A &lt;a href="https://acorus.pt/blog/indice-de-permeabilidade-do-pavimento" title="permeabilidade do pavimento" target="_blank" rel="noopener"&gt;permeabilidade do pavimento&lt;/a&gt;, capacidade de &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimento-drenante" title="drenagem e incorporação" target="_blank" rel="noopener"&gt;infiltração da água&lt;/a&gt; no solo, melhoria da drenagem e os benefícios que daí podemos tirar, motivam-nos a todos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Equipe principal de projeto da &lt;span class="caps"&gt;GDCI&lt;/span&gt;: Skye Duncan (Diretora), Ankita Chachra (Gerente de projeto), Abhimanyu Prakash, Fabrizio Prati.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Skye Duncan, Diretora da Global Designing Cities Initiative (&lt;span class="caps"&gt;GDCI&lt;/span&gt;), concentra-se no papel fundamental das ruas nos ambientes urbanos ao redor do mundo.&lt;/p&gt;
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      <pubDate>Mon, 16 May 2022 16:06:08 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Pavimentos Sustentáveis - Materiais e Sistemas Construtivos</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/pavimento-ecologico-sustentavel</link>
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      <description>&lt;p&gt;&lt;span class="caps" style="box-sizing: border-box;"&gt;FOTO&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol'; font-size: 12x; text-transform: none;"&gt;: &lt;/span&gt;&lt;span class="caps" style="box-sizing: border-box;"&gt;REGEDOURO&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol'; font-size: 12px; text-transform: none;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="caps" style="box-sizing: border-box;"&gt;EVENTOS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;A Importância da Pavimentaçao na Sustentabilidade das Cidades&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Numa vista aérea sobre qualquer cidade mostra-nos a quantidade de construção edificada, telhados e vias urbanas pavimentadas, que interferem na infiltração da água no solo e prejudicam o fluxo natural, originam inundações, deslocamentos de terra e consequências sociais severas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se é válido para todos os locais é particularmente relevante em grandes aglomerados polpulacionais e vias de circulação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;O Que Fazem Outras Cidades  em Todo o Mundo?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na publicação do guia global de desenho de ruas &lt;a href="https://globaldesigningcities.org/publication/global-street-design-guide-pt/" title="Guis Global de Desenho de Ruas" target="_blank" rel="noopener"&gt;Global Designing Cities Initiative&lt;/a&gt; (GDCI), um trabalho que relata a importância dos materiais e tipos de construção no desenho das cidades e a utilização de pavimentos sustentáveis com permeabilidade, que protegem o uso do solo e aquíferos,  promovendo a drenagem das águas pluviais, podemos agora conhecer as opções que já foram tomadas noutros locais, o relato das experiências e promover a evolução da construção ecológica e sustentável, à medida das necessidades e exigências para cada local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Calçadas, Tipos de calçadas, Geometria, Acessibilidade universal, Extensões de calçadas, Comunicação e engajamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As políticas e critérios defendidos pela. G.D.C.I.  definidas elaborado pela rede composta por cidades espalhadas pelos 5 continentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desenhar para ciclistas, Ciclovias protegidas em cruzamentos, Permeabilidade filtrada do pavimento, a Drenagem eficiente, promovem a qualidade de vida, mobilidade multimodal, desenvolvimento econômico, sustentabilidade ambiental e equidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escolher um pavimento que seja adequado ao uso que pretende, que se integre bem no local, seja confortável ao pisoteio, e sirva a mobilidade que é afinal o propósito para que foi criado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É também escolher os materiais e processos de construção mais sustentáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em qualquer projeto e circunstância a indústria possui materiais mais ecológicos seja por alternativas de fabrico ou pela melhoria de processo de produção nas fases mais prejudiciais do produto. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os sistemas de construção alternativos são cada vez mais procurados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vários sistemas e critérios foram concebidos para classificar as práticas de construção consideradas sustentáveis, estuda e faz uma avaliação integrada de todos os intervenientes na produção de materiais e de sistemas e processos construtivos.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Localização e Transporte,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Lotes Sustentáveis,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Eficiência da Água,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Energia e Atmosfera,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Materiais e Recursos,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Qualidade dos Ambientes,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Inovação e Prioridades Regionais concretamente&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Neste artigo concentramo-nos na escolha de materiais, sistemas e técnicas de pavimentação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Materiais Renováveis para Soluções Construtivas Sustentáveis &lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;É importante na qualidade e sustentabilidade da vida nas cidades que as áreas a pavimentar como as vias de circulação, caminhos, praças e espaços de acesso e mobilidade, sejam utilizados produtos ecológicos sustentáveis, dado que ocupam uma boa parte do espaço disponível no meio urbano, com proporcional influência na qualidade do meio ambiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A natureza do material e o tipo de construção usada são factores de sustentabilidade da pavimentação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Devido a utilização massiva do solo nas cidades, melhorar o ambiente urbano obriga a empregar soluções alternativas que promovam a permeabilidade em pavimentação com materiais drenantes, em avenidas, ruas, praças, parques e ciclovias, permitindo a infiltração da água e do ar de forma a minorar os efeitos da concentração de edifícios nas cidades.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Pedra, brita e gravilha&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Argila e concreto&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Saibro, areias e silte&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Tijolos ecológicos, adobe&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Compósito ou madeira certificada&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Plástico e metais reciclados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Betuminosos e derivados&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Bambú, cortiça e outros de origem vegetal renovável&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Para equacionar a sustentabilidade e a ecologia dos produtos deve observar-se uma série de factores, desde logo a eficiência energética, significa tudo o que um material necessita para produção, crescimento, e transporte, incluindo a água e outros recursos necessários para cultivar itens naturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Certamente importante na sustentabilidade é a energia incorporada nos materiais de proveniência regional, utilização do transporte mais eficiente, serem leves e  adequados ao meio ambiente em que é utilizado, serem sustentáveis económicamente e promoverem a economia local.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A energia incorporada consiste na análise e de fatores tanto óbvios como ocultos que contribuem para a sustentabilidade ou a falta dela num material. É a soma de toda a energia necessária para criar um material, produzir um produto ou extrair um mineral até o fim de sua vida útil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o pavimento for sustentável e ecológico , a construção de vias urbanas e outras podem ter grande impacto na melhoria da qualidade de vida, pois são superfícies que ocupam grandes espaços no desenho das cidades.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Técnicas e Sistemas de Pavimentação Ecológica&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O pavimento tem um valioso contributo para a sustentabilidade da construção nos meios urbanos, desde logo pela percentagem da superfície que ocupam na área total das cidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um factor que é mais prejudicial na construção é a impermeabilização que impõe ao solo e as consequências daí.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Utilizar um material ou produto natural não significa por si só que é mais adequado. Materiais naturais de locais distantes com utilização massiva de transportes, ou de recursos renováveis escassos, pode não ser a opção mais sustentável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A utilização de lage em pedra do próprio local para se tornar num pavimento ecológico deve ser executada com juntas intertravadas em material poroso, com largura suficiente para que a água  possa incorporar no leito da base, evitando a concentração do escorrimento  superficial significativo da água e não obstruir o ciclo natural da água.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Utilizar um material natural de inadequadamente que produza a impermeabilização do solo pode ser prejudicial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A técnica usada para a pavimentação é determinante para a escolha do pavimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem variados pavimentos desde praticamente impermeáveis aos com uma taxa próxima de 100%, de permeabilidade, produzidos com vários produtos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A escolha deverá cumprir as funções que serve. Ter os requisitos de uma pavimentação sustentável viabiliza e justifica a sua existência, ser confortável de forma a melhorar a mobilidade, circulação e função social de convívio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existem diferentes soluções para pavimentos exteriores, com alta e média capacidade de infiltração da água no solo e diversidade de materiais, que se adequam a múltiplos requisitos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pedra, Minerais, Compósitos e Geosintéticos são os materiais usados em sistemas de alta e média permeabilidade, permitem utilizar soluções ecológicas adequado a finalidade e ao local, sem interferir no ciclo regular da água, impermeabilizar o terreno, melhorar o ar e a vida nos aglomerados populacionais..&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Classificação dos pavimentos: Flexíveis, Semi-rígidos e Rígidos. Uma variada lista de ligantes pode ser usada de maneira sustentável e responsável.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Betuminoso poroso contínuo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ruas e calçadas em cubo, granito, basalto ou calcário, lage ou pavimento intertravado em blocos com juntas em argamassas porosas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pisos minerais permeáveis em pedra e gravilha aglomerada com ligantes sintéticos e naturais.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Betão poroso, cimentício ou orgânico.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Piso modular em grelha de estabilização e enrelvamento em concreto ou plástico reciclado.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Deck em compósito ou madeira.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uso: Melhorar a mobilidade&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Trânsito rodoviário, vias de circulação. &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Parques urbanos, Praças e Espaços públicos. &lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pavimentos residenciais caminhos de jardim, terraços e espaços adjacentes a piscinas, acessos, pátios e aparcamento auto.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Caminhos e estradas não pavimentadas em cascalho e terra. Caminhos agrícolas, florestais e de mineração, Estaleiros, obras de engenharia, pedreiras, etc.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Os aglutinantes tradicionais vão sendo melhorados ou substituídos por versões mais ecológicas, evitando as emissões decorrentres do processo tradicional de produzir o clinker, de que a indústria já possui know how e tecnologia para empregar métodos e materiais diferenciados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/galeria/pavimentos-sustentaveis-seixo-gravilha-acorus.webp" alt="pavimentação ecológica sustentável e protecção do meio ambiente" style="width: 80%;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Terra Mix Groundstab de origem vegetal abundante renovável,  totalmente inóquo ao ambiente, plantas e pessoas, é extremamente resistente com excelentes propriedades menos comuns.  É auto renovável, regenera a capacidade de ligação com humidade, reduz o crescimento de ervas daninhas pela sucessiva alteração do pH do solo, e também baixa libertacao de poeira.  É um produto resultante da mistura do ligante com minerais seleccionados para pavimentação pronto a aplicar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pode encontrar este e outros &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimentos-exteriores" title="Pavimentos exteriores ecológicos"&gt;pavimentos ecológicos&lt;/a&gt; em argamassas ou em pavimentos técnicos que não impermeabilizam o solo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obter concreto sustentável de fabricantes que utilizam materiais de cimentação suplementares, como cinzas volantes. Deve reutilizar-se o betão das estruturas existentes no local, como o betão triturado como base agregada. O concreto que incorpora materiais reciclados, como vidro triturado ou lascas de madeira, é mais sustentável e usa menos cimento do que os pavimentos tradicionais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem;"&gt;Mais artigos sobre sustentabilidade do solo: &lt;a href="https://acorus.pt/blog/salvar-o-planeta-com-feijoes" title="Cultivo de solos e sustentabilidade"&gt;Cultivo sustentável de vegetais ricos em proteínas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div itemprop="articleBody" style="box-sizing: border-box; color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol'; background-color: #ffffff;"&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1rem;"&gt;&lt;a href="https://www.clippings.me/acorus" title="Mais histórias"&gt;Clippings.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;
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      <pubDate>Mon, 16 May 2022 15:51:32 +0100</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Construir Ciclovias Seguras</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/construir-ciclovias-seguras</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/801654f232493634b008a7889bd1e584/pavimento-ciclovia-gondomar.jpg</image>
      <description>&lt;p&gt;Porque nos devemos preocupar com a segurança na construção de uma ciclovia?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A bicicleta é um meio de mobilidade popular, com muitos adeptos, mas suscetível de causar danos na integridade dos ciclistas, principalmente em vias partilhadas com veículos motorizados. Para que os ciclistas saiam à rua, precisam sentir-se seguros e confiantes de que não estão a colocar-se em risco pelo prazer de pedalar. É necessário proporcionar-lhes o essencial: segurança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um olhar metódico é necessário. A mudança é um processo que, por vezes, exige uma abordagem faseada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Projetos provisórios, económicos, rápidos, fáceis de ajustar, escalonáveis e replicáveis, aliados à recolha de dados, podem demonstrar o que é possível e convencer os céticos de que existe uma forma diferente de pensar as nossas cidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Usar materiais inovadores, aplicar boas práticas e &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimento-permeavel" title="pavimentos permeáveis"&gt;sistemas sustentáveis de construção&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Quais os principais fatores a ter em conta na construção&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Um dos fatores mais importantes ao pedalar é a segurança do caminho a percorrer, o que pode determinar se uma via terá muitos ou poucos ciclistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Construir ciclovias seguras&lt;/strong&gt; é barato quando comparado com outros custos de infraestrutura, e o investimento vale a pena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ciclovia é uma infraestrutura relativamente económica. É necessária uma mudança de perspetiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A National Association of City Transportation Officials (NACTO) explica que as evidências mostram que um dos incentivos para começar a pedalar é a existência de infraestrutura adequada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um estudo realizado em Portland, nos Estados Unidos, mostrou que muitas pessoas gostariam de andar de bicicleta, mas não se sentem seguras. Ter uma rede de ciclovias protegidas aumentaria a motivação. Isso foi comprovado em cidades como Bogotá, Sevilha, Paris e outras. “Se construirmos ciclovias, as bicicletas aparecerão”, afirmam os especialistas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/ciclovia-mario-cruz-lusa.webp" style="width: 80%;" title="Construir Ciclovias Seguras" alt="Construir Ciclovias Seguras"&gt;&lt;br&gt;FOTO: Mário Cruz/Lusa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Guayaquil, num workshop, a NACTO analisou ciclovias em ruas largas, entre calçadas, árvores e vias de circulação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso desta cidade do Equador, como em muitos outros lugares, não é possível replicar a mesma solução devido à largura insuficiente das ruas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Especialistas que conhecem projetos em vários países explicam que, mesmo assim, existem opções e que a decisão é política, não espacial. Como qualquer mudança, projetar ruas é um processo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Ecopistas e ciclovias protegidas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Construir uma &lt;a href="https://acorus.pt/blog/ciclovias-para-melhorar-a-mobilidade" title="Ciclovias para melhorar a mobilidade"&gt;rede segura de ciclovias&lt;/a&gt; é um fator que certamente trará mais pessoas para a rua com bicicletas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas as ruas podem ser projetadas para receber ciclistas, se adotarmos a ideia de que as ruas “são para todos”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Algumas ruas podem ter espaço para ciclovias protegidas; outras, demasiado estreitas, devem ser projetadas como “ruas partilhadas” ou “ciclovias”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se as ruas não forem suficientemente largas para garantir segurança, deve-se recorrer ao gerenciamento de tráfego: reduzir o número de veículos e limitar a velocidade a 30 km/h. “Não é apenas uma decisão técnica, é uma decisão consciente de reduzir o espaço dos veículos motorizados para dar lugar a ciclistas e peões. Não se trata de falta de espaço físico, mas do medo da mudança”, observam os especialistas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;A ciclovia melhora a mobilidade&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como qualquer infraestrutura, deve ser integrada harmoniosamente no ecossistema urbano, o que implica desenho criterioso, segurança, materiais adequados e conservação da &lt;a href="https://acorus.pt/blog/indice-de-permeabilidade-do-pavimento" title="permeabilidade do solo"&gt;permeabilidade do solo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ciclovia é uma das formas mais eficazes de mobilidade urbana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma ciclovia de duplo sentido com 3 metros de largura pode mover 10 vezes mais pessoas do que uma via para veículos motorizados — entre 6.500 e 7.500 pessoas por hora, contra apenas 600 a 1.600.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, 50 bicicletas ocupam apenas ¼ do espaço de 50 carros de médio porte: cerca de 100 m² contra 400 m². Assim, ciclovias aparentemente vazias transportam mais pessoas do que vias congestionadas, porque o carro é uma forma ineficiente de usar o espaço, observa a NACTO.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Países como Holanda e Dinamarca foram referências internacionais, mas o paradigma está a mudar: cidades do sul da Europa e da América Latina começam a liderar o uso generalizado da bicicleta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bogotá é um exemplo visível dessa mudança na mobilidade urbana e no desenho das ruas. “O exemplo que dá, e o de muitas outras cidades inovadoras, é uma oportunidade para que outros lugares se inspirem e iniciem uma competição saudável por qual cidade será a próxima capital mundial da bicicleta”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;
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&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, 'Segoe UI', Roboto, 'Helvetica Neue', Arial, sans-serif, 'Apple Color Emoji', 'Segoe UI Emoji', 'Segoe UI Symbol';"&gt;&lt;span id="IDCommentsPostTitle" style="display: none;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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      <pubDate>Mon, 16 May 2022 14:40:03 +0100</pubDate>
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    <item>
      <title>Leed: Práticas para uma Construção Sustentável</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/certificacao-leed</link>
      <image>https://acorus.pt/assets/img/construcao-e-meio-ambiente.jpg</image>
      <description>&lt;h2&gt;O QUE SIGNIFICA A SIGLA LEED?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;É a sigla de Leadership in Energy and Environmental Design , que se traduz em &lt;br&gt;Liderança em Energia e Design Ambiental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi criada em 1993 pelo &lt;a href="https://www.usgbc.org/" style="box-sizing: border-box; color: #007bff; background-color: transparent;" title="United States Green Building Council"&gt;United States Green Building Council&lt;/a&gt; , ou mais conhecido como &lt;span class="caps" style="box-sizing: border-box;"&gt;USGBC&lt;/span&gt; (https://www.usgbc.org), para fomentar a prática de construção sustentável e suprir as necessidades de estabelecer práticas concretas e adoptar standards mensuráveis.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Tornou-se assim necessária a criação de um sistema próprio que foi nomeado de &lt;span class="caps" style="box-sizing: border-box;"&gt;LEED&lt;/span&gt; para classificar as práticas de construção consideradas sustentáveis, como uma forma de se estabelecerem estratégias e padrões ambientalmente corretos que sejam um objectivo a atingir em todos os processos de construção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/project-garzon.webp" style="width: 80%;" title="Projecto Leed : Bodega Garzon – Uruguay" alt="Projecto Leed : Bodega Garzon – Uruguay"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;LEED Bodega Garzon – Uruguay&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde aí a certificação LEED tem evoluído para a construção dum sistema novo, abrangente de vários padrões inter-relacionados que abordem e englobem todos os aspectos do processo de desenvolvimento e construção de qualquer projecto.&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Assim os objectivos definidos para o propósito são:&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Definir um padrão comum de medição&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Promover práticas de projeto e de construção integrativas&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Sensibilizar os consumidores para os benefícios da construção verde&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Propagar a visão sobre o desempenho de um edifício ao longo do ciclo de vida do mesmo&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;O âmbito das categorias é abrangente com destaque para:&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Categorias de crédito, Localização e Transporte, Lotes Sustentáveis, Eficiência da Água, Energia e Atmosfera, Materiais e Recursos, Qualidade Interna dos Ambientes, Inovação e Prioridades Regionais&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;Com o refinamento dos métodos e sistemas a procura e utilização de materiais ecologicamente sustentáveis impulsionou a indústria numa nova demanda de vitalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://acorus.pt/assets/img/college-architecture-environmental-design.webp" style="width: 80%;" title="Projecto Leed : The College of Architecture and Environmental Design (Kent State University)" alt="Projecto Leed : The College of Architecture and Environmental Design (Kent State University)"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="legenda-foto"&gt;Projecto Leed: The College of Architecture and Environmental Design (Kent State University)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São atribuídas 4 classes de certificação. A pontuação obtida determina o grau da certificação.&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Certified: 40 pontos&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Silver: 50 pontos&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Gold: 60 pontos&lt;br style="box-sizing: border-box;"&gt;Platinum: &amp;gt; 80 pontos&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica Neue, Arial, sans-serif, Apple Color Emoji, Segoe UI Emoji, Segoe UI Symbol;"&gt;Veja algumas das principais certificações internacionais que determinam o que são edificações sustentáveis:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica Neue, Arial, sans-serif, Apple Color Emoji, Segoe UI Emoji, Segoe UI Symbol;"&gt;&lt;a href="https://thegbi.org/greenglobes/why-green-globes/?gad_source=1" title="Green Globes" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;strong&gt;Green Globes&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;: certificação concedida pela Green Building Initiative (GBI) a edificações que seguem os mais altos padrões de sustentabilidade;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica Neue, Arial, sans-serif, Apple Color Emoji, Segoe UI Emoji, Segoe UI Symbol;"&gt;&lt;a href="https://www.usgbc.org/leed" title="LEED" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;strong&gt;LEED&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; (Leadership in Energy and Environmental Design): semelhante ao Green Globes, o LEED é a certificação de sustentabilidade mais utilizada no mundo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica Neue, Arial, sans-serif, Apple Color Emoji, Segoe UI Emoji, Segoe UI Symbol;"&gt;&lt;a href="https://www.ugreen.com.br/aqua-hqe-a-certificacao-que-constroi-um-mundo-sustentavel/" title="Aqua/HQE"&gt;Aqua/HQE&lt;/a&gt;: iniciativa da fundação Vanzolini, a certificação foi aplicada no Brasil após ser adaptada do selo francês Démarche HQE (Haute Qualité Environmentale);&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica Neue, Arial, sans-serif, Apple Color Emoji, Segoe UI Emoji, Segoe UI Symbol;"&gt;&lt;strong&gt;Procel Edifica&lt;/strong&gt;: Selo Procel, que existe desde 2003, para edificações que utilizam melhor os recursos naturais para reduzir o consumo de energia nas edificações;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica Neue, Arial, sans-serif, Apple Color Emoji, Segoe UI Emoji, Segoe UI Symbol;"&gt;&lt;a href="https://bregroup.com/products/breeam/" title="BREEAM" target="_blank" rel="noopener"&gt;&lt;strong&gt;BREEAM&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;: O BREEAM faz muito sucesso na Europa desde 1992, antes de chegar ao Brasil em 2011. O nível de exigência é muito alto, o que contribui para a enorme credibilidade da certificação.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica Neue, Arial, sans-serif, Apple Color Emoji, Segoe UI Emoji, Segoe UI Symbol;"&gt;Compilação por &lt;a href="https://acorus.pt/pav/pavimentos-exteriores" title="Acorus"&gt;Acorus Engenharia Produtos para Construção Ecológica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica Neue, Arial, sans-serif, Apple Color Emoji, Segoe UI Emoji, Segoe UI Symbol;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="box-sizing: border-box; margin-top: 0px; margin-bottom: 1.25rem;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-family: Roboto, -apple-system, BlinkMacSystemFont, Segoe UI, Roboto, Helvetica Neue, Arial, sans-serif, Apple Color Emoji, Segoe UI Emoji, Segoe UI Symbol;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 16 May 2022 13:25:00 +0100</pubDate>
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    <item>
      <title>Características da areia usada em argamassas</title>
      <link>https://acorus.pt/blog/caracteristicas-da-areia-usada-em-argamassas</link>
      <image>https://acorus.pt/blog/bl-content/uploads/pages/b3eb76af4dc7e3c8ae954e313d92957b/creditosArturGóreckiporPixabay.webp</image>
      <description>&lt;p&gt;&lt;span class="legenda-foto"&gt;Créditos imagem: Artur Górecki – Pixabay&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A areia possui características diferentes conforme a sua proveniência. Cada argamassa exige propriedades específicas para construção, por isso é importante selecionar o mineral certo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Calibre&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;Areia&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;Calibre&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Areia fina&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;0,05 a 0,42 mm&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Areia média&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;0,42 a 2 mm&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Areia grossa&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2 a 4 mm&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h2&gt;Tipos de areias&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Areia lavada&lt;/strong&gt; — Muito usada em argamassas na construção civil em, é extraída dos rios e, após separação da água, é crivada para remoção de impurezas. É calibrada conforme o diâmetro dos grãos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Areia industrial&lt;/strong&gt; — Habitualmente referida como &lt;a href="https://acorus.pt/docs/composto-mineral-saibro" title="composto mineral"&gt;pó de pedra&lt;/a&gt;, é produzida pela fragmentação mecânica de rochas. O processo de aproveitamento de sobrantes é mais sustentável e causa menos impacto ambiental do que a britagem tradicional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Areia reciclada&lt;/strong&gt; — Proveniente de entulhos ou resíduos de construção civil (telhas, tijolos, betão, porcelanas, vidro, metais, pedra, asfalto, terra). É um &lt;a href="https://acorus.pt/blog/residuos-e-excedentes-de-construcao" title="produto misto de betão"&gt;produto misto de betão&lt;/a&gt; com propriedades específicas para reutilização . Impurezas são removidas antes da moagem.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Calcular quantidade em peso e volume dos minerais para argamassa&lt;/h2&gt;
&lt;h2&gt;Peso específico dos minerais&lt;/h2&gt;
&lt;table&gt;
&lt;thead&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th&gt;&lt;/th&gt;
&lt;th&gt;&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/thead&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;th style="text-align: left;"&gt;Material&lt;/th&gt;
&lt;th style="text-align: left;"&gt;Kg/m³&lt;/th&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Areia fina seca&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1500&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Areia grossa seca&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1800&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Argila seca&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1600 a 1800&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Areia quartzo seca&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1700&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Brita calcária&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1600&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Brita granítica&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1800&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Seixo arenoso&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1600&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 23 Jan 2022 17:10:28 +0000</pubDate>
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    </item>
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